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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A moda também passa pelo Fitness


Roupa, roupa e mais roupa. Quem pensa em roupa, pensa em moda. 
Não há dúvidas que, durante os últimos anos, a prática de exercício físico tem vindo a ganhar terreno nos hábitos diários das pessoas, nos temas de televisão, nas publicidades, nas lojas, enfim... 
Não é de agora que sabemos que a actividade física faz bem ao corpo e à mente. Mas penso que seja de agora que se tornou mais relevante, mais falado e mais feito. 
Os ginásios abrem em cada esquina (e isso é revelador da procura da própria sociedade), as pessoas começam a calçar uma sapatilhas com mais facilidade, há mais programas para a prática de exercício físico ao ar livre, sejam elas em grupos particulares ou a partir de empresas de eventos organizadas para esse efeito. 
Por outro lado, está provado que grande parte da motivação para a prática de actividade física está em dois grandes focos: a playlist utilizada (pois com uma boa selecção de músicas os movimentos fluem sem darmos conta do tempo passar) e a preocupação da roupa. Seja uma actividade no ginásio, seja na rua, há sempre pessoas, e nós, a sermos vistos. E que tal sentimo-no bonitos mesmo transpirados? Penso que este ramo tem vindo a crescer em Portugal. Aquela ideia de ir para o ginásio com uma T-shirt velha e umas calças com um tamanho acima do nosso está, felizmente, arrumada no armário (ou no lixo mesmo). Julgo que, hoje em dia, as pessoas têm mais preocupação de se sentirem bem consigo próprias (isto implica, bonitas e confortáveis) quando vão a uma simples ida ao ginásio ou até para uma caminhada. E isso, este movimento, esta mudança de atitude em relação ao exercício físico faz a moda girar, mesmo em torno do desporto.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Corrida e aplicações


Ontem foi dia de acelerar, alargar a passada e acrescentar mais ritmo. Queria e consegui.
Pela primeira vez, desde que iniciei este plano de corrida, que cheguei ao intervalo de 5.00 min/km de ritmo. Isto indica que os 8.70 km de distância foram feitos em 48.01 minutos. 
E por falar em plano. Plano. Plano. Não ando a ser muito rigorosa em relação a isso. Tenho noção que não posso, de um dia para o outro, fazer 10 km. Não posso pedir ao meu corpo coisas que eu sei que ele me poderá dar, mas não o deve fazer, porque poderá dar mau resultado. Para me orientar nesse sentido, instalei a aplicação my asics onde me permite fazer o meu plano e ter uma noção de, quando correr, a que distância e a que ritmo correr. Sou sincera,  não sou  muito rigorosa nas distâncias e no ritmo (por exemplo, a distância que deveria ter feito ontem era 8 km e não 8.7 km), mas em compensação, tento sempre ir correr nos dias estipulados por esse mesmo plano. Já experimentei outras aplicações,  mas esta,  por ser simples, foi a que eu gostei mais até agora. Isto falando na orientação que optei por ter em relação à forma como encarar os tempos de corrida. Para as contabilizar, de uma forma mais precisa, utilizo a aplicação Strava. Esta aplicação permite-me saber a duração da corrida, o ritmo, a distância, a minha prestação em cada quilómetro, consigo ter acesso às pessoas que utilizam esta aplicação e fazem o mesmo percurso que eu.... Entre outras coisa. É uma aplicação completa e que, até agora, estou a gostar.
A próxima corrida será Terça-feira. Até lá, o ginásio é o meu complemento aos treinos de rua.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Mais uma corrida


Está a melhorar!! :)

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Terrinha, a minha terrinha tem mais uma história

Este fim-de-semana foi dedicado à ida até terrinha. Não houve tempo para muita coisa, mas do pouco que houve ainda deu para gozar um pouco. 
Fui até Toulões, uma aldeia no concelho de Idanha-a-Nova, festejar os 88 anos de uma velhota. Uma velhota que vi envelhecer a olhos vistos. Ainda me lembro quando ela se sentava à beira da sua porta para ver as vistas, para dizer "boa tarde", ou então porque simplesmente gostava de sentir a brisa. Gostava de a ver sentada  com o seu lenço na cabeça e com o seu ar de menina, embora fosse velhota.




Dona Ermelinda, é o nome dela.
Também é o nome do vinho que bebemos a si.
Mas, naquela tarde, cantamos os Parabéns à Senhora Ermelinda, à senhora que vimos envelhecer. 
Não mede mais que 1,45 m de altura e calça o número 34. E esse conjunto faz dela uma velhinha fofinha por si. Tem um feitio tramado, e muitas vezes temos que aguentar os olhos abertos dela,  mas isso não a faz má, não a faz perder a fofura da sua altura e pequenez.

Para além do anos da Senhora Ermelinda, aconteceu o feito tão desejado por mim. A conquista dos 10 km a correr. Esta distância foi feita em  1 hora e 2 minutos. Claro que quando me apercebi que os ia conseguir, pulei, pulei tanto que quase me esqueci do cansaço do corpo. 
Agora é só continuar porque o primeiro objectivo foi conquistado mas depois de um há sempre outro, e outro, e outro..... 



sábado, 12 de dezembro de 2015

Correr... Um bem maior.


Por aqui continua-se com a vontade e com a convicção do primeiro quilometro, atingir os 10 km. Penso que é aquela barreira mental que se cria na cabeça sai lá porquê. O que é certo é que aos poucos e poucos vou traçando objectivos diário que me fazem chegar àquela distância de forma equilibrada e saudável. 
Entre idas ao ginásio e corridas ao ar livre sinto que aos poucos o meu corpo tem respondido de forma positiva. 
Gosto desta responsabilidade que este objectivo me cria. Porque, para mim, não é só um objectivo, são momentos que eu criei que me fazem estar comigo própria e não pensar naquilo que me rodeia. Estou focada no passo que vou dar a seguir, sem pensar no que me atormenta a cabeça. Penso somente naquilo que, naquele momento, estou a fazer. Depois da corrida é como se voltasse à minha realidade, mas, enquanto estou ali estou, única e exclusivamente para a corrida. E isso é muito bom.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Estes dias

Entre arrumações, idas ao ginásio e um ou outro curso, estes dias tenho aproveitado para estar comigo e com os meus.

Mudei a disposição do meu quarto. Não sei se ficou mais espaçoso. O que eu queria mesmo fazer era mudar, mudar alguma coisa, pois espaço pouco ou nada posso fazer em relação a isso. Sendo assim mudei a cama, sim, a cama foi o algo chave da mudança. Só esta alteração deu para dar um novo ar de graça ao quarto.

Tenho ido ao ginásio. Sempre senti a grande necessidade de fazer exercício, e o facto de não o poder fazer agoniava-me. Desta feita, estou a aproveitar estes dias para matar saudades desta prática. Inscrevi-me num ginásio e meti-me a fazer um plano de corrida. O objectivo é chegar aos 10 km numa hora. Assim, aproveito o bom tempo que se faz para correr mais livremente na rua e, quando isso não é possível, aproveito as idas aos ginásio para dar uma corridinha na passadeira. 
E por falar em passadeiras de ginásio, estou deveras surpresa com a evolução que estas tiveram ao longo dos tempos. Ontem fui fazer o meu treino e eis que vi no ecrã touch que aqueles aparelhos agora têm, e vi "vistas ao ar livre". Uou (é o que estou a pensar?). Quando carreguei na área, começa-me a aparecer as paisagens que eu gostaria de ver enquanto corro (era o que estava a pensar!). Maravilhoso. A partir daquele momento, a seca que passo a correr nas passadeiras de ginásio reduziu para metade. Isto porque, não há nada melhor que umas boas corridas ao ar livre. 
Para além desta "brincadeira" das passadeiras, ando a experimentar as aulas que este ginásio tem, e claro, a experimentar o resto das máquinas.
Hoje aproveitei para dar o ar da minha graça pelo passadiço aqui do bairro e, apesar das dores musculares, penso que o treino não foi mau de todo.


Quanto aos cursos, tenho estado atenta às novidades do site Odisseias, no qual tenho adquirido algumas coisinhas com um preço bastante simpático. Desta vez foram dois cursos, um para aperfeiçoar o meu inglês e outro para entender um pouco mais sobre fotografia digital. Penso que, para além dos cursos, este site tem muitas experiências interessantes com descontos bastante aliciantes. Eu, pessoalmente, já usufrui de uma ida ao Sushi e amanhã vou experimentar as massagens.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

O fim e um começo

Foi no Sábado à noite que tirei os meus pertences e entreguei a chave do café. Devido a toda a adrenalina sentida, não tive grande apego na despedida. Apenas a sensação de entregar a pasta a outra gente. Ao vê-los caminhar rumo às suas vidas, senti que eu, naquele momento, já não fazia parte daquele puzzle. Apenas construí algo para que um dia tivesse pernas e que seguisse o seu caminho. Naquele momento estava a escrever o fim e um começo. 

Hoje é Quarta-feira. Ainda não tive um momento livre mas já se nota resultados, para melhor claro. Tive tempo de ir ao Honorato Sushi, e aproveitar o tempo com quem me veio visitar, e o mais importante, sem estar preocupada que no dia tinha que ir abrir as portas do café às 6:40h.


Muito era o desejo de querer voltar às corridas, ao ginásio, e a uma toda vida activa. Depois de ser alertada para o facto de estar a correr muito tempo de seguida para a preparação física que tinha, optei por correr menos, e mais devagar, indo progredindo aos pouco.
Desta maneira, recuei um pouco nos treinos e instalei uma aplicação no telemóvel (a my asics) paea me dar uma noção do modo como devo voltar às corridas. Assim, comecei o ataque (embora eu ache que desrespeito um pouco o plano dado pela aplicação). 
Desta forma, Segunda-feira foi assim...


E Terça-feira assim  foi...


Claro que entretanto inscrevi-me num ginásio e neste momento toda eu sou um desafio. Entre corridas, aulas de grupo e máquinas, lá me vou exercitando aproveitando o tempo de folga, aproveitando a minha inspiração, a minha vontade e necessidade do exercício físico. 
Tenho feito exercício com regularidade e estou a adorar. Sinto-me melhor, no momento em que treino não penso nos "bichinhos" que por vezes me atormentam a cabeça e fico bem, com o mundo é comigo mesma.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Correr... por necessidade


Nunca fui menina de grandes corridas. Aliás, não gosto de correr. Corro porque gosto da sensação do depois de correr. Por isso corro. Para (re)descobrir essa sensação. 
Sensação de cansaço.
Sensação de ter chegado a determinado objectivo.
Sensação de liberdade.
Ter um momento entre o meu eu e o meu corpo.
É na corrida que conheço os meus limites, que me encontro, que paro a rotina da minha vida, que deixo as preocupações do dia-a-dia para trás e me foco em algo que até àquele momento está fora dos meus pensamentos, eu.
Ultimamente a necessidade de correr tem sido maior. Não sei se está relacionado com o stress do café, ou da necessidade que o meu corpo tem em fazer exercício. Não estou inscrita em ginásio desde Maio e durante as férias, pouco ou nada fiz. Dado a estes aspectos, e estando eu habituada a fazer exercício físico, é completamente compreensível que o meu corpo e a minha mente implorem por desporto.
Desta feita, quando posso, vou dar um esticam às pernas, refugio-me num lugar e corro. Corro sem destino definido, corro até onde as minhas pernas me deixarem. Não desisto e sigo.
Há tempos fiz 4 km, a semana passada fiz 6 km e este Domingo fiz 9 km. Não sei se no próximo Domingo vou poder correr mas numa próxima oportunidade, não quero ficar abaixo deste valor. 
Como referi, não gosto de correr, mas adoro a sensação do depois do correr. E quanto mais o fizermos, melhor nos sentimos, melhor nos conhecemos e melhor é o nosso bem estar.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Flipbelt - a minha mais recente aquisição

Tenho a bolsa para pôr o telemóvel quando vou correr rota. Desde que troquei de telemóvel, e este é maior que o anterior, que essa bolsa parece que se degrada a olhos vistos. Desta feita, procurei na Internet algo que fosse eficaz na corrida de exterior e que me permiti-se, no ginasio, ter o telemóvel sempre perto de mim. Dei de caras com o Flipbelt. Um cinto onde poderei pôr tudo aquilo que acho necessário para uma corrida.
Não é um acessório barato, mas é um bom produto.
Corri este fim-de-semana com ele e adorei. Acho muito bem empregue o dinheiro gasto. Os objectos não se mexem, quando quero tirar o telemóvel tiro sem depois ver-me aflita para o voltar a pôr no sítio, as chaves ficam em segurança e, apesar de ser um cinto, não é incomodo, esquecemo-nos mesmo que o estamos a usar.




Este post é uma partilha, pois gostei deste produto. Não porque me pagaram para o fazer.