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domingo, 27 de março de 2016

What?


Nunca pensei ter este pensamento, mas o que é certo é  que, de ontem para hoje tive-o, e levei-o a avante.
Com a chegada da Páscoa, a família está de fim-de-semana perlongado longo, vem fazer-nos uma visita. Uma vez que a mãe é a guia turística, a filha (eu) acompanha-a naquilo que pode, pois embora seja feriado, o meu "querido" patrão, não dá tréguas aos trabalhadores. Para tentar organizar-me, recebi a indicação que às 9h, tínhamos que estar a sair de casa. O meu cérebro começou logo a trabalhar e concluiu que iria levantar-me às 6:50 para ir correr. Não aprofundei este tipo de pensamento já que este foi automático. Mas passado uns momentos pensei "isto da corrida começa a ter uma dimensão em mim que eu não sabia vir a ser possível". Levantar-me às 6:50 para ir correr? Uou!!!
Como calculei, o meu corpo não tem o seu melhor rendimento logo pela manhã. Mas mesmo assim, valeu a pena calçar as sapatilhas e correr:
Distância: 8.30 km
Tempo: 00:51 minutos
Ritmo: 6.07/km

domingo, 20 de março de 2016

Treino de séries


É verdade, mais um treino de séries. 
A semana passa rápido, quando damos por isso, já estamos de volta ao relógio e ao tempo contado ao segundo. Desta vez, acrescentei uma série àquelas que tinha feito a semana passada:
Aquecimento: 10:40
Séries: 6x300m em 1:10
Recuperação: 3:30
Este treino fez com que corresse 8 km em 46:01, a um ritmo de 5:42/km.
As primeiras séries são fácil, as que se seguem, sabe-me bem o tempo de recuperação, as últimas sinto os pulmões e o coração a darem tudo de si. Aqui, sinto as perna a trabalharem, mas sem dúvida que aquilo que mais sinto, é a parte cardio. Tanto o coração, como os pulmões são postos à prova, levados ao limite, e isso não é fácil de aguentar. 
Não nego que a meio deste treino me pergunto porque não fiz eu uma corrida contínua em vez deste tipo de treino. Mas depois tento abstrair-me desse pensamento e deixo-me ir, atenta aos segundos a passarem... e quando dou por mim, já estou na corrida calma que me direcciona aos alongamentos.

sábado, 12 de março de 2016

Treinos de séries


Isto das corridas, aos poucos e poucos tem vindo a ganhar dimensão na minha vida. Comecei rápido de mais, tive que parar, e agora estou de volta (espero que mais equilibrada na exigência para com o meu corpo).
Correr, no início era chegar aos 10 km e, sem me aperceber senti que chegar a essa distância em menos de 1h era ainda mais gratificante. 
A distância que, aos poucos vai sendo cada vez maior é, sem dúvida, uma grande motivação para continuar a correr mais e mais. Por seu lado, temos o tempo, que nos motiva sempre a que seja menos. Menos tempo é, por seu lado, baixar o nosso ritmo de corrida. E para que isso aconteça, temos que aumentar a nossa velocidade. Segundo o Professor Moniz Pereira, o pai dos métodos de treino do meio-fundo e fundo em Portugal, o treino de velocidade é uma sessão com intervalos onde a duração destes e a sua intensidade são as principais variáveis.
Para hoje reservei o treino que este Professor chama de intervalo curto. Para isso precisei de conhecer as distâncias onde ia treinar bem como ter um cronómetro para ter noção da duração de cada percurso.
Este treino deve ser feito em pistas ou com distâncias conhecidas e em piso regular; as distâncias devem ser entre os 200 e os 400 m e devem ser percorridas num tempo entre 1 minuto e 1 minuto e meio; deve-se começar com 4 a 6 séries e, com o tempo e ao longo de vários treinos, ir até às 12 ou mesmo 15 séries; a velocidade deve ser constante tanto nas várias séries como nos intervalos das mesmas; a intensidade é perto da frequência cardíaca máxima; a recuperação deve ser feita em trote lento.
No dia de hoje decidi ir para um descampado no qual já conheço e começar a pôr em prática esta técnica para assim melhorar os meus tempos.
Aqueci com 10 minutos de corrida a um ritmo confortável e, após este tempo dei-lhe gás.
Fiz 5 séries de 300 m em 1 minuto e 10 segundos e nos intervalos, para recuperar o fôlego, fiz 600 m em 3 minutos e 30 segundos. No final do treino fiz uma corrida a um ritmo confortável de 5 minutos.
Este tipo de treinos não deve ser feito perto das datas das provas mas, deve ser uma prática regular no treino semanal de cada corredor.

domingo, 6 de março de 2016

Corrida das Lezírias 2016

Ora vai ora não vai. 
A ida para a Corrida das Lezírias esteve até à última hora para ser decidida. Depois da rasteira que o joelho me deu, na véspera da corrida, fico toda entupida. Olhos a lacrimejar e o nariz que só queria ver lenços de papel. Perante este cenário, tomei algo para estes sintomas, bebi um chá bem quente e enfiei-me na cama.
Hoje acordei bem melhor e pronta para os 15.5 km que tinha pela frente. Como não sabia se o meu joelho estava de todo em condições, preveni-me ao comprar umas caneleiras de compressão da Compressort. Já tinha ouvido falar das vantagens deste tipo de acessórios nas corridas e, perante o meu receio, resolvi experimentar. Estas caneleiras permitem um retorno venoso mais eficaz dos pés para o coração e a melhor oxigenação dos músculos, facilitando a recuperação durante o esforço. Por outro lado, reduz de forma significativa o movimento oscilatório dos músculos,  retardando a fadiga muscular, limitando por isso, o risco de ferimentos. 


Optei pelas caneleiras em vez das meias porque, segundo me explicaram, as meias são indicadas para a recuperação, ou seja, para depois da prova. Assim, com este apoio muscular, senti um pouco mais de confiança para encarar a distância prometida. 
Fui cedo, pois não conhecia o local da partida e também não sabia o espaço disponível para estacionar o carro. De facto,  o espaço perto da prova não é muito por isso, entre o haver lugar e o deixar de haver, demorou 15 minutos. 
A prova em si é bonita, sem grandes subidas ou dificuldades. Temos o contacto directo com a zona da lezíria e com toda a beleza inerente a ela. Ao longo da prova fomos vendo os cavaleiros, montados nos seus cavalos, vestidos com o traje típico desta zona (boina verde e o colete encarnado).


Fiz a prova calmamente, sem pressa de chegar. Não sei se foi devido às caneleiras, mas o certo é que pensei que iria ter mais dificuldades.
Distância: 15.7 km
Tempo: 1:36:18 s
Ritmo: 6.08 / km

quinta-feira, 3 de março de 2016

Mudança no plural

Adoro esta publicidade:


Entre este e o último post publicado, muita coisa tem vindo a acontecer na minha vida. 
Este ano de 2016 arrancou calmo mas ao mesmo tempo cheio de pontos de interrogação. Sabia que iria ser um ano de mudança embora não tivesse noção que essa mudança iria estar escrita no plural tão rapidamente.
Comecei o ano com um objectivo a nível desportivo, 15.50 km para dia 6 de Março.  Entretanto detectei líquido no joelhos, que me obrigou a parar de correr e isso, por sua vez, levou a pôr em dúvida a corrida. 
Entre suplementos e reforço muscular, não parei de treinar. Ontem fui a uma especialista que teve uma hora de volta dos meus joelhos (e os pôs até hoje duridos). Disse que eu tinha um problema muito comum entre corredores, o chamado "pata de ganso". Esta designação consiste numa inflamação dos tendões na zona interna do joelho, que pode ser facilmente tratado com fortalecimento da parte interna da perna, gluteos e quadril. No entanto, não era nada de grave o que me permite ir à corrida do dia 6.
Entre as horas que passo no ginásio, a corrida apenas teve parada umas semanas, o que me fez reduzir, e muito, a frequência e as distâncias percorridas. 

Hoje foi a última corrida antes da prova.
Última corrida, não último treino.
Distância: 8.40 km
Tempo: 55:36 min
Ritmo: 6.36/km


Sinto-me com força para esta prova, embora tenha receios. Se a última que fiz, era a primeira de 10 km, esta é a primeira de 15.50 km. Sei que não vou fazer esta distância sem parar, mas quero dar o meu melhor e, acima de tudo, quero aproveitar e desfrutar da prova. Já ouvi dizer que é bonita, por isso vamos a ela.

No fim-de-semana passado fui conhecer um novo ambiente, novas coreografias, novas modalidades. Tive na apresentação das novas aulas dadas no Holmes Place. Foi um dia onde aproveitei para conhcer e fazer quatro aulas distintas.
Experimentei a aula Activate, com movimentos softs acompanhados de música. Logo de seguida veio a aula de Warrior, semelhante ao Bodycombat. Depois de almoço, conheci a aula de Mib, uma aula de 30 minutos onde se trabalha glúteos e pernas. Por fim, e para acabar cheia de energia, veio a aula de X-celerate, uma aula onde se reproduz os movimentos de corrida, logo, são 45 minutos cheios de dinâmica, tanto pelos movimentos, como pela interacção das pessoas que estão na sala.


Falta falar da alteração que, a nível profissional, houve na minha vida.
A 27 de Janeiro comecei a trabalhar, a part-time, numa cafetaria em Lisboa. Trabalho nocturno com folgas rotativas. Ao princípio foi complicado. Estar em contacto com pessoas frustradas com o trabalho que têm, não é fácil. Mas lá se foi levando. 
Ontem dei mais um passo, passei na formação para um call center, também a part-time, que me ocupa a parte da manhã, deixando-me livre os fins-de-semana. Com a grande possibilidade de me aumentarem a carga horária, os dias na cafetaria já estão contados. 
Entretanto, e porque a mudança está no plural, amanhã espera-me uma nova entrevista. 
Torçam os dedinhos por mim, porque esta, se conseguir, vai valer a pena!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Mais uma corrida


Estou em modo desportista. Estou a sorrir. Logo, hoje foi dia de corrida. Parece estranho esta conjugação, corrida e sorriso, mas, tendo em conta os benefícios e a sensação que este desporto trás, o sorriso faz mesmo parte do processo.
Distância: 6.80 km
Tempo: 42:35 min
Ritmo: 6.12 /km
Obviamente que já fiz melhores tempos, mas neste momento não posso abusar. Neste momento é tentar não pensar nas distâncias já percorridas mas sim, naquela que estou a fazer e na próxima que poderei vir a fazer.
Claro que, também me lembro da corrida que tenho entre mãos (6 de Março espera-me 15.50 km). Ainda não sei se a vou fazer. Tenho muita pena se não conseguir, mas para mim, a esperança é a última a morrer. Para que não morra, vou tentar treinar de forma racional para que tudo corra bem até essa data. 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Uma app nova e outra nem por isso

A Run Portugal, uma plataforma dedicada às corridas nacionais, lançou à pouco tempo uma aplicação que junta numa só página, as datas das provas que irão decorrer a nível nacional. É uma ferramenta que está disponível para Android e é gratuita. A meu ver, só faz sentido ter esta aplicação as pessoas que gostam de ir a provas nacionais porque, quem corre por si e dispensa essas mesmas provas de corrida, é uma aplicação pouco necessária. Eu instalei e já andei a mexer e aquilo que observei foi que, aparece realmente todas as provas de Portugal, de Norte a Sul do país, e, se nós carregarmos na imagem da corrida irá aparecer o tipo de prova (estrada, areia, trail...), a distância, o dia e o local. Para mais informações, a própria aplicação reencaminha-nos para o site das informações da mesma. Com esta aplicação, há também a possibilidade de agendar a prova na agenda do telemóvel. No meu caso, por enquanto vou deixar instalada, pois ainda estou em progresso. Caso vir que as provas não são o meu forte, digo-lhe adeus.

Uma aplicação que já a tenho a algum tempo e que agora tem-me dado um grande jeito, no carro, nos treinos, nas corridas, é o Meo Music. Esta aplicação é gratuita para tarifários MOCHE e alguns MEO. Caso não seja esse o seu caso, pode sempre experimentar, gratuitamente, durante 3 meses. Esta aplicação permite-lhe ouvir as suas músicas favoritas na sua playlist em qualquer equipamento, pois funciona por conta. Tem ao seu dispor milhões de músicas e pastas com selecções que pode escolher consoante o seu estado de espírito. Pode também descarregar para a sua pasta e ouvir quando está offline. É uma aplicação muito fácil de utilizar e muito útil. No meu caso poupa-me o trabalho de ter que escolher as músicas que quero ouvir, assim, deixo que a aplicação me surpreenda. Ah... e já que estava a falar em corridas, esta aplicação agora tem uma pasta com o nome "Running Pop" onde contem 40 músicas.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Um novo plano


Hoje foi o dia de retomar as corridas.
Depois da luz verde dada pelo médico, voltei a calçar as sapatilhas das corridas. 
Apesar de nunca ter parado de fazer exercício físico, hoje decidi não ir de cabeça para o alcatrão.
Voltei a fazer um novo plano na aplicação My Asics e, lá fui eu. Fiz 4.10 km em 39:31 minutos. Basicamente corri 500 m e andei os restantes 3.60 km. Obviamente que senti que poderia ter feito mais, foi bastante tentador não continuar a correr (já que me sentia bem), mas não quis arriscar. Aproveitei a saída para apreciar a paisagem e viver aqueles caminhos de uma forma mais... lenta.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

De volta

Entre a última semana de Janeiro e a primeira de Fevereiro consegui, finalmente, ver a luz ao fundo do túnel em relação aos meus joelhos.
Na primeira semana, vi o ar de espanto da médica quando esta reparou que o líquido que tinha nos joelhos era nos dois. Por outro lado disse que fortalecimento nessa zona poderia ser suficiente para recuperar e voltar às minhas corridas. Assim, mandou-me para um ortopedista para ter respostas mais especificas. Desta consulta, resultou um regresso lento às corridas e três caixas de comprimidos para protecção e fortalecimento das articulações. Pois é... Ainda não cheguei aos trinta mas a caixinha dos comprimidos já anda comigo.
Perante estes resultados vou voltar com muita calma às corridas, vou, caso seja necessário, alterar o meu treino de ginásio e, dia 6 de Março, lá estou eu para os meus 15,5kms.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Uma aula de bike virtual


Com a descoberta que os meus joelhos têm dói dói, uma realidade que por enquanto vou ter que lidar, tive que mudar o meu plano de treino. Correr vai ser uma actividade que vai ter que ficar de lado, mas em contrapartida, vai entrar o cycling indoor. O plano no ginásio foi alterado de forma a dar primazia aos exercícios que fortalecessem o quadril e as articulações, ou seja, fazer a ponte nas mais variadas formas e meter-me em cima da meia bola de pilates são o grosso deste treino. Para além disso incorporei a bicicleta. Assim sendo, hoje fiz a minha primeira aula de bike no ginásio onde ando actualmente. Era uma aula virtual, ou seja, o instrutor estava no ecrã. Se no início da aula custou (via todos os minutos a passar), a meio da aula já os minutos corriam. No final achei que os 45 minutos passaram muito rápido e foram passados de uma forma muito dinâmica e animada, mas, sempre atenta às recomendações do instrutor do plano de treino, excesso de carga aqui é de todo a evitar!

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Uma pausa forçada


Embora desconfiasse deste desfecho, havia sempre a esperança de que o resultado fosse diferente. 
Hoje fui fazer os exames aos joelhos e pelo que o médico viu, parece que eu tenho líquido a mais nesta zona. Esta situação poderá ter surgido devido à elevada pressão/stress que as artérias, localizadas nos joelhos, sofrem. Uma vez que ainda é um caso em análise, aconselhou-me a fazer uma pausa nas corridas. 
Perante este diagnóstico fui pesquisar que tipo de exercícios não posso de todo fazer e aqueles que poderão ajudar a que isto melhore mais depressa, ou que pelo menos ajude. 
Neste momento, os saltos e corridas são exercícios físicos que, por enquanto, não posso ter nos meus planos. Para melhorar, pelo que percebi, convém fazer exercícios que fortaleçam o quadril e os músculos das pernas. 
Para começar, porque não quero estar parada, vou manter o meu plano de treino no ginásio, e talvez adicione a natação e o cycling. 

sábado, 16 de janeiro de 2016

Corrida para aquecer o corpo


Chega o fim-de-semana e, sempre que possível, há uma corrida mais longa. Desta vez não foi no tempo idealizado embora a distância tenha sido a esperada. Não sei se foi por, durante esta semana, ter ido mais vezes ao ginásio e ter incidido os treinos sobre as articulações das pernas, o que é certo é que os meus joelhos começaram-se a queixar muito cedo. Entre esta e próxima semana espero conseguir fazer os exames a esta zona do corpo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Queijadas + nutella + corrida

Hoje foi daqueles dias que se fez exercício físico pelo o que se comeu.
Hoje foi dia de corrida e o objectivo era fazer uma corrida mais rápida. Pensado eu que o efeito do ginásio sobre os meus músculos já tinha passado, lá fui eu toda airosa para a natureza. Mal comecei  a dar os primeiros passos pensei "estou tramada". Sentia os músculos traseiros das minhas pernas. Mas, e apesar de os músculos custarem a aquecer devido ao frio, lá me aguentei e fiz o meu melhor tempo. Corri os 8 km em 43:15 minutos.


À tarde, foi para a desgraça. 
Depois de ler o artigo que falava sobre um espaço que vendia outras alternativas às típicas queijadas de requeijão, nomeadamente queijadas de nutella eu, e mais duas amigas, fomos lá conhecer as ditas.
Este espaço fica na porta 140 da Rua Pascoal de Melo, em Lisboa (vai-se muito bem de metro), o seu interior é maioritariamente branco, tendo pequenos e simples apontamentos. Gostei, particularmente, do acesso visual que temos para a cozinha embora não tenha apreciado a vista do terraço/esplanada (para as traseiras dos prédios). 
Quanto às queijadas de nutella, sente-se o requeijão, sente-se a nutella, mas quanto a uma análise pessoal a este produto falhei numa questão, levava uma expectativa alta, logo, não me surpreenderam, não houve aquele "UOU". 



domingo, 10 de janeiro de 2016

Chegada aos 16 km

Hoje previa uma corrida mais longa. 
Em mente estavam os 16 km. 
Tempo: chuva e vento. Chuva dá para proteger com o impermeável, agora o vento é que não. 
Os primeiros km's fizeram-se bem, pois entre a chuva e uns raios de sol, a corrida aguentou-se bem. Nos últimos km's, o vento apertou. De vez em quando sentia-me fazer um passo mais para a esquerda, outro mais para a direita, quando vinha de frente, era até as forças e a respiração darem. Uma vezes aguentava todo o percurso, outras vezes tive que abrandar. Desistir? Bom, tinha que regressar ao ponto de partida, por isso, ir a correr ou a andar, preferi ir a correr.
No final da corrida, o balanço é muito positivo! :)


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Primeiro desafio de 2016

E o que era de 2016 se não começasse com um desafio (pelo menos a meter-me num)?


Depois dos 10 km, seguem-se 15.50 km. 
Esta distância começa a não assustar-me. Já fiz 12 e com mais 3 km faço os 15. Parece fácil e na verdade até é, tendo em conta que estou em Janeiro e esta corrida é só para Março. Para quem tiver interessado, a Corrida das Lezírias 2016 realiza-se no dia 6 de Março em Vila Franca de Xira. O preço é de 8 € até dia 22 de Fevereiro e, a partir dessa data, passa a 12 €. Para mais informações, nada melhor que dar uma olhadela no site.
Eu, pessoalmente, gostei bastante de ir à corrida de São Silvestre nos Olivais. Embora tenha ido sozinha, nunca me senti de facto sozinha, havia companheirismo, todos os que ali estavam, estavam para o mesmo objectivo, e não senti que houvesse, de facto, competição. Importava sim fazer um bom tempo, mas isso não significava começarmos todos aos encontrões e pontapés. Gostei de a fazer e, como tal, aqui está mais uma inscrição.

domingo, 3 de janeiro de 2016

2016

É com um abrir e fechar de olhos que chegamos a 2016.
Sem me aperceber muito bem, já estamos no dia 3 de Janeiro. Realmente o tempo passa rápido, muito rápido mesmo.
O ano passado optei por ir até ao Porto passar a passagem do ano. Sempre que vou a esta cidade, questiono-me sempre o porquê de não ir lá mais vezes. A cidade é linda, existe diferentes atmosferas dentro dela própria, muita arte espalhada, muitos cafés bonitos e o sotaque dos habitantes é verdadeiramente contagiante. Gosto da cidade do Porto.




Estamos JÁ no dia 3 e claro, a corrida tive que vir. Muita chuva, algum vento, mas isso não me impediu de me equipar e fazer-me ao alcatrão.
Além disso, como se costuma dizer na gíria "Corrida molhada, corrida abençoada". 
Que 2016 seja um ano de conquistas. 

sábado, 26 de dezembro de 2015

Mais corridas e mais uma nova aquisição

Corridas e mais corridas.
Com esta história das corridas a tomar um rumo mais sério, tive que fazer algum investimento inicial. Entre leggings, camisolas, bolsa, meias, inpermeavel e corta vento, hoje foi a vez dos ténis. 
Até agora, tinha uns da Nike que, tanto davam para correr, como para ir ao ginásio. Estes ténis, apesar de ainda estarem bons, já  tinham (e têm) algum desgaste para continuar a correr com eles. Desta feita, resolvi reserva-los para o ginásio e utilizar uns somente para as corridas. Dizem os mais sabidos que para esta actividade, os ténis devem ter atingido, no máximo, os 700 km. Como os pés é o único elemento do nosso corpo que toca no chão e o que sofre o primeiro impacto, devemos ter em especial atenção ao calçado que utilizamos quando vamos correr. Desta feita, foi hoje informar-me melhor sobre esse acessório tão importante.
Hoje fui à loja Pro Runner, no Parque das Nações. É uma loja dedicada à corrida e no qual somos atendidos por profissionais que entendem do assunto e que examinam cada caso de uma forma singular. Para escolher uns ténis perguntaram-me o peso, fizeram o teste da passada e depois de calçados os ténis novos (um de cada marca), mandaram-me correr pela loja para sentir a diferença dos dois. Para além de notar a diferença, fui logo alertada para a minha postura corporal, pois não era a mais indicada. 
Ensinaram-me algumas coisas a ter em conta nesta modalidade e no final, trouxe este ténis da Asics:


Sem dúvida que recomendo às pessoas que estão na corrida, uma visita à esta loja.
Como não resisti, fui experimentá-los numa corrida ao final do dia.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Mais uma corrida


Quando comecei a corrida de ontem, apenas uma coisa tinha em mente, chegar aos 10 km de distância. Estava muito frio e a primeira coisa que me veio à cabeça foi "vou congelar antes dos 2 km". Não parei e continuei. À medida que o corpo ia marcando o seu ritmo, o esforço por cada passada era menor e, por sua vez, a minha velocidade ia aumentando sem qualquer problema. Claro que o quilómetro mais difícil foi o último, sem dúvidas. Mas, se por um lado ainda me sabia bem a corrida, por outro os músculos já pediam descanso.  
Fiz os 11 km e parei.
É boa a sensação de sermos surpreendidos pelo nosso próprio corpo. Pelo rendimento que elé é capaz de dar depois da preparação. Nesta corrida consegui duas metas: chegar aos 11 km com um ritmo de 5.36/km, e fazer os 10 km em menos de uma hora (57 minutos). 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Vamos lá a uma corridinha antes que acabe o ano


Desde que (re)iniciei as corridas, a vontade de fazer uma prova começou a ganhar peso nos meus planos. Como tal, decidi inscrever-me numa, ainda este ano. 
Será dia 30 de Dezembro às 21h. 
Bora lá dar asas às sapatilhas!