sábado, 7 de maio de 2011

Alta definição esta semana

Adorei hoje o alta definição.
Sou muito sincera, não sigo o trabalho dos Homens da Luta, mas admiro-os pela sua coragem de saírem à rua no propósito de irem à fonte da insatisfação e reclamar e manifestar contra aquilo que vêm, contra à viragem que o nosso país atravessa, contra a corrupção, contra o trabalho que os políticos têm feito, contra tudo aquilo que nos atormenta. Eles dão voz aos nossos pensamentos.
Coisas que pensamos mas que por variadissimos factores não dizemos, não abordamos ou simplesmente não refletimos sobre isso. Os Homens da Luta começaram com dois elementos e hoje em dia vão com aproximadamente 20. Falou da impossibilidade de poder contratar mais pessoal mas devido aos impostos altissimos, isso era coisa que não seria capaz. Não é um homem rico nem o gostaria de ser, pois se o fosse não conseguiria fazer aquilo que hoje em dia faz, representar o povo sofrido pelas opressões do estado.
Adorei ouvir os pensamentos, ouvir a pessoa que o Nuno Duarte é por de trás do bigode.
Gostei quando ele falou de cada político, gostei quando ele falou das drogas, da sua proibição, da educação e da legalização, da sociedade, e como isto se relaciona. Gostei quando ele abordou particularmente este tema, a sua experiência com estes químicos e qual a sua relação com eles. Deixou o exemplo da sua vivência dizendo também que a pior e a mais perigosa droga é o alcool e que no entanto é uma droga legal. Culminou a entrevista falando do amor. Que por amor deixaria a luta, no amor não há leis, não há regras. Adorei quando ele falou da entrega, na mudança que isso gera em nós, na boa disposição e no novo olhar.
Adorei mesmo esta entrevista!

Aulas ao Sábado, não, muito obrigada

É estranho ter aulas ao Sábado. Acordar na ideia de que será mais um dia normal de aulas, onde as pessoas correm de um lado para o outro, onde há malta jovem nas ruas, as lojas estão abertas... Nestes dias, as aulas são diferentes a até nos intervalos se nota essa diferença, a escola está vazia, o bar na quartel está fechado, há o mercado, não se vê todo aquele movimento típico das empregadas...
Não gosto de ter aulas ao Sábado já que a diferença não é positiva!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

As mulheres pertencem aos homens mais atrevidos.
Mulheres são como maçãs em árvores.
As melhores estão no topo...
Os homens não querem alcançar essas boas, porque têm medo de cair e se machucar.
Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir.
Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, eles estão errados...
Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore.

Machado de Assis

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Muito bom

Ontem a noite foi especial.
Foi a noite de tunas e com elas veio o convívio com os restantes membros do meu curso maravilhoso. Fui ter ao seu jantar e lá estavam eles todos com os bichinhos deste ano. Não sei se é por estar pouco tempo nestes convívios mas deu-me umas saudades tão grandes dos momentos de praxe que dei por mim a irritá-los com as minhas chamadas constantes para satisfazer as minhas necessidades.
Foi bom ter estado perto de todos, especialmente das minhas afilhadas, lindas e maravilhosas.
Adoro-as, e sinto-me gratificadas por ser as minhas afilhadas, por me terem escolhido e por serem como são e por me darem tantas alegrias.
Enquanto via ontem as tunas, lembrei-me nos meus temos de maior auge, onde juntamente com a música, o traje, os abraços, o copo de vinho, as loucuras faziam parte de um só momento. As vistas preveligiadas para o palco, os gritos estéricos e as dores nos pés hoje fazem parte de um passado maravilhoso que sinto-me bastante preveligiada por o ter vivido. Ontem foi bom, muito bom, mas sentido de uma forma diferente, sentido de uma posição vivida.
Tão igualmente vivida que ontem passou-me pela cabeça esta música que partilho com todos.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Quase no fim e com isso vem a cereja em cima do bolo

Projecto volta em força esta semana e para completar a minha desgraça, vejo agora na Internet os professores que vão leccionar a disciplina. Lá está ela, a professora que não devia ser professora, a pessoa que não respeita os alunos, é grosseira e mal trata quem não vai de acordo com as suas ideias. Não gosto dela e lá vou eu suportá-la por mais um semestre!
Que mal fiz eu para merecer este fim de ano em Évora?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Um dia em Lisboa

Ontem fui até à Feira do Livro em Lisboa. Apesar da chuva e do mau tempo que se fez sentir, não levou ao abandono das ruas, até pelo contrário, estavam cheias de gente, animação e muitos bonecos animavam as ruas da avenida do Parque Eduardo VII. 
Muitos livros em promoção a 2€, a 3€ e a 5€. Mas o que mais me intrigou foi que , livros sobre Arquitectura Paisagista não vi. NADA!!
Arquitectura, filosofia, economia, gestão, entre outros, estavam lá e muitos jovens vi a comprar, agora sobre Arquitectura Paisagista, nada!
Claro que quando vi um catalogo dos jardins franceses a 10€ comprei, e ainda reclamei em modo de desabafo com o senhor das vendas, ele compreendeu e recompensou-me com 20% de desconto sobre os livros da banca dele. 
Isto para  dizer que, é sempre bom reclamar e mostrarmos o nosso desagrado quando as coisas não vão de encontro às nossas prespectivas. Foi com esta visita à Feira do Livros que percebi que ainda há muito a fazer na nossa área, porque se nem ela aparece neste tipo de eventos é porque ainda há muita coisa a fazer e muita mentalidade para mudar.
De seguida fui até à Baixa de Lisboa. Muitos turistas, muita gente na rua e muitas lojas, das quais 90% delas fechadas. Ok, foi domingo, foi feriado, mas se foi isto e muito mais então que os comerciantes da baixa não venham depois falar da crise, porque aquelas lojas que tiveram ontem abertas acredito que dinheiro naquela caixa foi coisa que não faltou. E eu bem vi bastantes pessoas a verem nas montras as peças à venda das lojas fechadas.
Foi triste ver este cenário. Também foi triste não ver praticamente portugueses nas ruas. Houve ali uma altura em que estava completamente rodeada de estrangeiro.
E foi assim passado o meu dia da mãe.

domingo, 1 de maio de 2011