terça-feira, 21 de outubro de 2014

É já amanhã



É já amanhã que vou ver este menino bonito!

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Desta vez foi para ver um teatro musical




Ontem fui ver o Teatro Musical "Cats". 
Não é que o raio dos gatos cantam e dançam que se fartam?! Foi tão lindo ver o palco cheio de cor e movimento, ouvir as músicas tão bem cantadas e bailadas. Adorei ainda, os fatos que alegravam toda a sala.
A história não é o mais importante pois baseou-se na apresentação de alguns gatos com as suas vidas e relacionamentos. apresentaram o gato que vive na estação ferroviária, o gato garanhão, o gato mestre, o gato pedinte, o gato mágico... Mas penso que aqui o que é realçado é mesmo o cenário, música e danças.

No fim do dia, e para acabar em beleza, começaram a aparecer uns espirros e a seguir uma bela constipação. Hoje estou com dores no corpo e com o nariz entupido.

sábado, 18 de outubro de 2014

Um assalto perto daqui


Hoje a manhã deu que pensar.
Acordei, saí de casa e quando chego à padaria a senhora que me atende disse que o café de cima tinha sido assaltado nesta noite. Nessa altura caiu-me tudo ao chão. Conheço a família que gere o estabelecimento que foi vítima desse incidente e conheço o empregado do café. Para além disso, vou lá  desde que abriu e mesmo quando estou fechada, também continuo a ir lá. O que me colocou mais triste e reticente com esta notícia foi o facto de eu ter uma porta aberta, ou seja, que poderia ser eu a estar a passar por aquela situação.  Pânico!
O roubo em si consistiu essencialmente em partirem a porta de vidro todinha e levarem a máquina do tabaco. Não levaram a máquina registadora, nem a televisão plasma nem outro objecto. O único elemento de interesse para os assaltantes foi nada mais, nada menos, que a máquina do tabaco.
Quando abri este negócio e decidi ter máquina do tabaco disseram-me logo que 80% a 90% dos roubos a cafés são por causa da máquina do tabaco. Por este registo optei por ter a máquina do tabaco fora da área do café. Mesmo durante a noite deixo-a no corredor do Centro Comercial. Assim, se por acaso tiver essa infeliz notícia, à partida, não me entram montra a dentro.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pensamento

E vai começar dois dias de trabalho árduo. Serão dois dias nos quais vou trabalhar no café sem ajuda dos meus colaboradores (os meus familiares). Serão dois dias onde vou estar no café das 6:40 da manhã às 22:15 da noite. Se tiver que fazer um bolo para amanhã será mais 1h na cozinha.
O que eu penso nestas alturas? São só dois dias. Podia ser bem pior. :)

Pérola #36



Ao visualizar fotografias que transmitiam amor e muita felicidade entre dois seres humanos, veio-me de imediato à cabeça esta música.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Tenho dito

Dói até à raiva que os sistemas públicos de educação, saúde e segurança social, apesar de terem produzido resultados tão incontestáveis na melhoria de vida dos portugueses e serem baratos e sustentáveis, estejam a ser destruídos com o único objectivo de tornar os serviços que prestam pasto fértil da rapina dos lucros fáceis e chorudos. Dói até à raiva que os direitos dos trabalhadores e a concertação social sejam esmagados e a Comissão Europeia se oponha ao aumento do magro salário mínimo. Dói até à raiva que, só por razões ideológicas, se ponha de lado tanto conhecimento acumulado sobre o funcionamento do sistema judicial, para produzir o caos da insegurança jurídica dos cidadãos e das empresas. Dói até à raiva que a PT, até há pouco a menina dos olhos do desenvolvimento português, seja roubada por piratas impunes, e mesmo premiados, e vendida ao desbarato. Dói até à raiva que tudo isto seja normal, business as usual, e que anormal é pensar que podia ser doutro modo.
São três as perguntas dos portugueses.
Como é possível que em três anos se tenha destruído quase tudo o que se construiu em quatro décadas? Como é possível que essa destruição ocorra em democracia, embora ela tenha uma intensidade que historicamente só as ditaduras permitem, como bem ilustra o caso do Chile de Pinochet? Se não há saída deste filme de horror para nós, haverá ao menos para os nossos filhos ou para os nossos netos? Concentro-me na última pergunta, a que mais nos interpela neste momento, pois não haverá saída se nada fizermos por isso.

Este pensamento é o começo do texto de Boaventura de Sousa Santos na Revista Visão desta semana. Um excerto que transmite bem o drama que vive o povo português. Aliás, talvez esteja a ser mais correcta se disser, a dúvida, a incerteza e a revolta do povo português. 
O que adianta aumentarem o ordenado mínimo se a seguir vem o aumento da electricidade, da gasolina, do álcool e do tabaco?
Que adiante palavras de confiança se o que vemos à nossa volta é a desgraça humana e a falência de empresas?
Que adianta falarem em progresso, se na realidade os serviços públicos, nomeadamente tribunais, hospitais e escolas, estão a perder capacidades e qualidade de serviços prestados?
Basta de palavras, basta de injustiças, basta de hipocrisias, basta de mentiras, basta de impunidades ausentes.
E que tal, senhores políticos, começassem a admirar o povo que lhes pagam o ordenado? A admirar aqueles que deixam de pôr a comida na mesa para lhes pagar os motoristas e as respectivas mordomias? E ainda, aqueles que deixam de pagar a electricidade e a água para poder pagar as  vossas despesas de presenças sabe se lá a onde?

Inspirações #3








Uma casa simples, que emana paz e tranquilidade e que aproveita a varanda e as janelas, com a sua luz natural, para criar cantinhos de relaxe ou de trabalho saudável. 
Adorei a decoração da cozinha com o seu papel de parede que nos faz remeter para uma Primavera sem fim.