terça-feira, 30 de dezembro de 2014
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Arrumação
Nesta fase da minha vida que ando a descobrir o grande mundo da maquilhagem, nada melhor que ter algumas dicas de arrumação, dos imensos instrumentos, acessórios e ferramentas. A Revista Seventeen, deixa-nos com algumas ideias:
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Este Natal resolvi comprar dois livros diferentes do habitual. Dois livros que não contam um policial, uma aventura ou um romance. Desta fez tive curiosidade em pôr a vista em cima de páginas diferentes.
Comprei o Guia Prático de Maquilhagem de Inês Franco e a Dieta das Princesas de Catarina Beato.
O primeiro está relacionado com a vontade de conhecer melhor o mundo da maquilhagem, o que existe e o potencial de cada ferramenta.
O segundo livro comprei com a necessidade de conhecer o pensamento e a motivação de uma pessoa que perdeu mais de 10 kg. Não é que eu queira perder 10 kg (porque se o fizesse desaparecia), simplesmente tive curiosidade em saber os seus motivos, a sua vontade e a mentalidade que teve de ter para conseguir manter o peso já conseguido. Como já referi, não quero perder 10 kg. Quero simplesmente adoptar, ou pelo menos tentar adoptar, uma alimentação mais saudável e equilibrada, que me faça equilibrar o meu peso e a minha boa forma física e mental.
domingo, 28 de dezembro de 2014
Natal 2014
Aos poucos a normalidade dos tempos e das coisas vai-se colocando nos eixos.
A época Natalícia já está aos poucos a deixar-nos, o computador vai voltando ao normal, os dias de férias já deixaram de ser desejados para pertencerem a um passado e o frio e a chuva da época já estão a fazer-se sentir.
O Natal foi em Castro Daire, com a família da parte da mãe e na casa do meu tio.
A casa estava quente, o mesmo não posso dizer da rua.
Fiz questão que os dias passassem lentamente ao mesmo tempo que os rentabilizava ao máximo. Entre almoços prolongados e conversas soltas deu para ir reviver a Vila de Castro Daire, e conhecer algumas terras em redor bem como ir à terra da minha mãe, Faifa.
Estas últimas fotografias transmitem um pouca daquilo que Faifa é nos dias que correm: tranquilidade, velhice, histórias, animais soltos e muita pasmaceira.
Nunca me identifiquei com esta aldeia, muito porque não foi terra que me tenha visto crescer mas, pelos piores motivos, sinto necessidade de aqui passar cada vez que estou aqui perto.
Foi aqui que a minha mãe deu os primeiros passos, mas décadas depois, foi aqui que o meu primo se identificou, foi esta aldeia que o puxava Verão após Verão e foi aqui que ele decidiu que fosse a sua última morada.
Apesar do frio gostei de estar perto dele, de ver como está o local onde ele está. Senti como se tivesse a carregar baterias, a tentar encontrar respostas para as minhas dúvidas. Naquele momento partilhei com ele os meus pensamentos. E senti-me bem perto dele.
A vida é confusa, as pessoas são como linhas que ora se afastam, ora se entrelaçam, ora andam em paralelo. E é nesta encruzilhada labiríntica que aos poucos me vou perdendo. Nunca lidei com tanta gente como este ano e isso proporciona-me lidar com vários caracteres (diferentes entre eles e diferentes dos meus). É neste último pouco que, após quase um ano de Café, me está a picar. Tenho algumas dificuldades em perceber atitudes nas quais a mim, não me passaria pela cabeça assumi-las. Lidar com princípios e valores que eu não entendo, por não corresponderem àqueles que me incutiram, fez-me ir para casa com pesos em cima dos ombros. Coisa que à partida não se entenderia.
Sei que o próximo ano será para aperfeiçoar esta barreira entre a minha pessoa e os meus valores, e os valores e as atitudes dos clientes.
sábado, 20 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Eléctrico 28
Para conhecer uma cidade, sem dúvida, que a melhor forma é fazê-lo a pé.
Conhece-se as pessoas, alguns costumes, o cheiro, o ambiente, degusta-se a comida de uma outra maneira (vai-se com mais apetite e curiosidade, talvez), enfim... conhece-se de forma mais intrínseca uma certa zona do nosso globo, caminhando.
No entanto, parece (e muito bem) que existe uma outra forma de conhecer a cidade de Lisboa. Segundo este site, o Eléctrico 28 é um dos melhores transportes do mundo para passear.Quem o informa é o jornal australiano The Daily Telegraph que sublinha que este Eléctrico é uma atracção para os turistas ao mesmo tempo que serve de meio de transporte (bastante prático) para os habitantes de Lisboa.
Segundo a jornalista deste jornal, Alana House, uma volta completa dura menos de duas horas e os visitantes podem comprar um passe de um dia e utilizá-lo para conhecer muitas das ruas estreitas de Lisboa.
É na volta do Eléctrico 28 que se pode passar por locais como, o Cemitério dos Prazeres, os mercados em segunda mão ou os vários miradouros que compõem a linda cidade de Lisboa.
Da vez que andei neste Eléctrico adorei. Serve para pretexto para um programa entre amigas, amigos, namorados ou até mesmo estar connosco próprios a conhecer a cidade.
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