A experimentar algumas coisinhas deliciosas para que o Verão no meu cafezinho seja passado com um sabor mais fresco. Desta vez, a cor coincidiu com o tom da minha camisola. :)
sábado, 18 de abril de 2015
Uma visita até à Serra de Sintra
Bem perto do coração da cidade de Lisboa, temos uma grande relíquia que é a Serra de Sintra.
Para quem pensa em passar um dia diferente, sem ter que gastar muito dinheiro e em contacto com a natureza, esta é uma excelente opção.
A Serra de Sintra situa-se entre a Planície da Terra Saloia e o mar e tem como ponto mais alto a Cruz Alta, cerca de 520 metros de altura.
Com a sua densa vegetação, e os seus variados trilhos, esta Serra é muito procurada para desportos, para momentos de relaxamento ou para caminhadas em grupo.
A sua beleza é de deixar qualquer pessoa sem palavras, dentro desta Serra sentimo-nos em paz, leves e muito apaixonados, e é por isso, e por muito mais, que esta paisagem está classificada como Património Mundial pela UNESCO, sendo até a única no mundo com esta classificação.
Aqui podemos encontrar como fauna, raposas, ginetes, toupeiras (nos quais ao longo de alguns caminhos vemos os seus vestígios), salamandras, víboras, e flora, carvalhos, sobreiros e pinheiros mansos, entre outras espécies.
Muitos são aqueles que procuram este espaço rico em elementos naturais, monumentais, culturais e artísticos para poderem passar alguns momentos diferentes.
Existem, como já referi, muitos trilhos e mesmo estreitos, diversos grupos os dividem de forma a complementar as suas actividades radicais.
Para quem conhece Sintra uma certeza prevalece: ainda há muito para ver e descobrir.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
Falando sobre... Produtos de beleza #4
Quando se fala em correctores, sejam eles de olheiras ou de imperfeições, a ideia que se tem é que, para o utilizar temos que utilizar também pó que disfarce o brilho que este produto por si só possui.
Eu como não tenho muitas imperfeições e as minhas olheiras não são assustadoras, na altura que andava a procurar um corrector, foquei-me num que não necessitasse de utilizar pó.
Nisto encontrei o Fakeup da Benefit, um corrector de olheiras que não é brilhante e é super natural. Para além de disfarçar as olheiras e imperfeições tem a componente hidratante. Não acho que tenha uma cobertura a 100 % mas para quem tem olheiras pouco salientes, acho este produto é uma boa solução. Eu gosto bastante dele e é para continuar a tê-lo por aqui.
Este corrector tem disponível três cores. Para quem tem dúvidas na escolha deste tipo de produtos, aqui ficam umas dicas:
Olheiras azuladas - Corrector bege
Olheiras castanhas - Corrector alaranjado
Olheiras arroxeadas - Corrector amarelado
Borbulha e vermelhidão - Corrector verde
Quanto à tonalidade das cores, no máximo, deve ser escolhido um, e só um, tom abaixo do tom da base do rosto porque, se escolher um tom muito mais claro em relação ao nosso tom de pele, em vez de disfarçarmos a zona, estamos a destacá-la.
Em que parte da maquilhagem devemos aplicar o corrector?
Na minha opinião, o corrector deve ser aplicado depois da base, pois a base por si só já vai uniformizar a pele. Assim, podemos colocar o corrector sem estarmos a exagerar a sua quantidade. Por outro lado, e na minha opinião, prefiro que o tom mais claro do corrector esteja em cima da base e seja disfarçado a partir daí do que ao contrário.
sábado, 11 de abril de 2015
Revoltante
Quando li o texto que aqui vou transcrever, não queria acreditar.
É este o país em que vivemos? Onde está a dignidade e o respeito pelos cidadãos?
A história de uma família de Massamá, com três crianças, que está a ver a vida virada do avesso por conta da cobrança no IVA de recibos verdes desde 2008. O casal fez o pagamento de 5 mil euros da dívida numa repartição (possuem recibos a comprovar) e, oito meses depois, as finanças só dão como pagos 2.800 euros. Os salários estão penhorados e a casa deve ir a leilão.
Mário Pereira e Andreia Dias
Este texto destina-se a dar a conhecer a forma desumana como num país democrático uma família pode ser tratada pela Autoridade Tributária e seus funcionários.
Somos uma família de 5 pessoas, mão, pai e três filhos, o Manuel de 10 anos, o Miguel de 3 anos e a Beatriz de 11 anos, até final de 2013 vivíamos como a maior parte da chamada classe média portuguesa, não fazíamos grandes aventuras financeiras mas vivíamos sem grandes dificuldades.
De repente o mundo colapsou, não ao início porque sempre acreditámos que a justiça prevalece sempre e que num estado democrático as famílias não poderiam ser destruídas em nome do saque a favor do estado.
Enganámo-nos e de que forma. No final de 2013 foi a minha esposa notificada pela repartição de finanças de Queluz sobre um processo de IVA, aparentemente e segundo as finanças, ela, trabalhadora por conta de outrem mas também a recibos verdes, deveria no ano de 2008 ter alterado o seu regime de IVA passando a cobrar IVA às entidades para as quais trabalhava.
Recebemos a notificação, confesso que ficámos apreensivos mas não desesperados, pensámos sempre "ok não cobrámos o IVA, as empresas também não o deduziram, mas quer dizer, não roubámos nem lesámos o estado em nada, já que não ficámos com nenhum imposto" eventualmente vamos ter de pagar multas pela não entrega das declarações ou por não termos mudado o regime tributário, sim porque multas isso há sempre, e o regime tributário é automático para o que lhe interessa mas para o que convém não o é...
Ora se verificaram pelas nossas declarações de rendimentos que a minha esposa tinha ultrapassado os limites nos recibos verdes porque não mudaram o regime de forma automática, porque não a notificaram de imediato logo em 2008? Na nossa perspectiva não o fizeram propositadamente de forma a cobrar mais ao contribuinte.
Passado pouco tempo após a notificação fomos junto da repartição de finanças onde nos foi comunicado que não tendo ela cobrado o IVA às entidades teria de o suportar integralmente e portanto tinha agora 30 dias para entregar todo o IVA de 2008 a 2013 sobre todo o rendimento via recibos verdes, sem direito a deduções e com multas e juros associados, um valor de cerca de 15.000 euros a que acresciam juros e coimas.
Dois dias após nos terem apurado estes valores, e porque estávamos no início de Dezembro de 2013 e em período de perdão de juros dado pelo governo, emitimos algumas guias de pagamento via site das finanças e com a poupança da família tentámos reduzir esta divida injusta, a nosso ver, se não recebemos o imposto porque temos de o entregar?
Foi-nos dito pela repartição de finanças que teríamos de pagar porque o IVA era crime e levava a penhoras imediatas, X% do vencimento, 100% dos valores recebidos em recibos verdes, e penhoras imediatas de qualquer bensque estivessem em nome da minha esposa.
Assim pegámos em 5.000 euros das nossas poupanças (todas as que tínhamos) e fomos com as devidas guias (emitidas via site AT pelo acesso da minha esposa) à repartição de finanças de Queluz para efectuar aquele pagamento que não só reduziria a dívida como retirava os juros do montante liquidado.
Aqui começou o horror.
Quando fomos para pagar as guias no valor de 5.000 euros inexplicavelmente o funcionário da repartição de finanças de Queluz disse que não podiam ser pagas, pedimos para chamar o responsável que nos veio dizer que não podiam ser pagas aquelas guias porque não estavam ainda no sistema (as guias foram retiradas do portal da AT).
Incrédulos com a situação e porque legalmente podemos pagar as guias em qualquer repartição de finanças, fomos à repartição de finanças da Amadora com as guias, contámos a situação e as funcionárias nem acreditaram no que estávamos a dizer, assim receberam os 5.000 euros processaram as guias e colocaram as vinhetas de liquidação das mesmas.
Três dias depois verificámos que a divida que constava no site da AT era exactamente a mesma, dirigímo-nos novamente à repartição de finanças de Queluz com as guias devidamente validadas pelo sistema da AT como pagas e pedimos que fosse retirado ao valor da dívida o valor pago nas guias e os respectivos juros, dado que foram pagas ao abrigo do regime dado pelo governo.
Foi-nos dito que não o poderiam fazer porque não conseguiam verificar o pagamento das guias por não ter sido feito naquela repartição (relembro que as guias estavam à frente deles com o selo de pagamento emitido pela repartição da Amadora), apesar disso foi-nos dito que teríamos de esperar e que teríamos de realizar um requerimento a pedir que fosse considerado aquele pagamento, porque a senhora da repartição não iria à procura nos extractos bancários da AT do nosso pagamento.
Nós ainda dissemos "pois não precisa de procurar porque temos as guias ue fazem prova de pagamento" ao que nos respondeu "para nós não fazem, e se querem que esses valores sejam deduzidos têm de provar que os pagaram" era o que estávamos ali a provar com as guias validadas pela repartição, mas inexplicavelmente não aceitaram e a divida apesar de amortizada não foi reduzida.
Assim, dos 15.000 euros que reclamavam, já tínhamos pago 5.000 euros e continuávamos, segundo eles, a dever tudo na mesma, só que agora com as poupanças da família gastas.
Entretanto, e porque não tínhamos possibilidades de pagar o valor reclamado pela AT e as cartas de ameaças não paravam de chegar, realizámos um plano prestacional para irmos pagando o que reclamavam.
Um erro, porque ao fazermos isto assumimos que devemos o dinheiro. A malha fiscal é pior que qualquer esquema fraudulento que exista.
Os planos vieram mas com o valor total em divida mais juros e coimas e afins, mas e então os 5.000 euros pagos aos quais ainda retirados juros e coimas onde estão abatidos?
Não estavam, continuavam sem reconhecer o pagamento desse valor e fizeram os planos prestacionais pelos valores totais que eles apuraram.
Mais surpresas para ajudar, para além de termos gasto os 5.000 euros das poupanças da família continuávamos a dever tudo segundo eles e como era um processo de IVA o prazo máximo de pagamento prestacional era de apenas 24 meses o que dava uma prestação de cerca de 1.000euros/mês. Nesse momento a nossa vida colapsou, 3 filhos, casa para pagar e 815 euros de ordenado da minha esposa e 500 euros meus, com uns extras em recibos verdes sempre inconstantes, como poderíamos pagar uma prestação de 1000 euros?
Mas era a única solução ou tiravam-nos tudo, dinheiro dos bancos, carro e casa... enfim com a ajuda dos amigos e da família fomos conseguindo cumprir todos os meses os planos, mas o bullying não parou, todos os meses somos bombardeados com penhoras, ameaças de venda da nossa casa entre outras ameaças, apesar de cumprirmos sempre com os pagamento dos planos prestacionais, todos os meses nos penhoram 1/6 do ordenado da minha esposa (cerca de 160 euros de um ordenado de 815 euros) mandam penhoras para todos os locais onde ela está a recibos verdes para lhe penhorarem os recibos, e durante 8 meses todo o dinheiro que foi penhorado, assim como os 5.000 euros pagos e respectivos juros nunca apareceram.
Passados 8 meses começou então, depois da intervenção de uma advogada que já vai numa despesa de 2.000 euros que o meu pai vai pagando, a aparecer algum dinheiro, fomos novamente à repartição de Queluz para vermos a melhor forma de se aplicar o dinheiro.
Idealmente amortizarem prestações nos planos para nos aliviarem mensalmente um orçamento agora muitíssimo apertado era a nossa ideia, mas quando lá chegámos as finanças já tinham aplicado o dinheiro, parte do dinheiro porque não apareceu todo (estranho porque os 5.000 euros foram pagos todos ao mesmo tempo mas eles só acharam parte desse dinheiro), onde queriam e como queriam, e assim amortizaram umas prestações finais e nós continuámos a pagar mensalmente o mesmo só que agora por menos meses.
Mas nós precisávamos era de liquidez um mês ou dois para podermos comprar leite para os miúdos que ia escasseando cá por casa.
O facto é que apesar de todos os meses, nem sei bem como, irmos pegando os planos prestacionais, o dinheiro das penhoras só agora passado mais de um ano começou a ser aplicado, ainda assim neste momento já sem poupanças nenhumas, com cartões de crédito estoirados, com dinheiro emprestado de amigos e família que não sabemos como iremos pagar ou quando poderemos pagar, continuamos mês após mês a receber cartas de penhoras de ameaças, surgem novos processos que nem sabemos o que são porque nunca nos conseguem explicar, temos bancos a ligar, rendas atrasadas compras por fazer e a AT só quer receber, receber, receber algo que nunca lhes tirámos nem recebemos.
Nunca quiseram notificar as entidades para que assumissem o pagamento do IVA porque não lhes queriam dar o direito às respectivas deduções, mandaram-nos a nós fazer isso, imagine o que é chegar à entidade patronal e dizer "olhe tem de entregar os IVA's desde 2008 porque eu devia ter cobrado e não cobrei..."
Ontem, dia 07/04/2015, recebemos mais uma notificação agora para além de tudo o que pagámos e do que pagámos mas ainda não apareceu ou foi deduzido à divida, querem mais 2.000 euros de multas por falta de entrega das declarações desde 2009 (sim porque entretanto conseguimos impugnar por prescrição o ano de 2008, mas eles tentaram receber claro) isto no mês de pagamento do IMI, é impossível.
A AT tem feito de tudo para que entremos em incumprimento e vai conseguir, recebemos 1.300 euros cá em casa temos de pagar neste momento 700 euros às finanças, agora mais 2.000 euros e mais o IMI não conseguimos e no mês de Março já não fomos capazes de pagar um dos planos prestacionais, agora não sabemos se nos vão vender a casa, já nos enviaram uma notificação a dizer que sim que vão vende-la em leilão, que vão proceder à penhora dos vencimentos em 1/6 e dos recibos verdes na totalidade e assim vão tirar-nos o pouco rendimento que temos, deixamos de poder pagar água, luz, gás e renda, deixamos de poder comprar comida para os nossos filhos e claro deixamos de poder pagar-lhes e aí vêm mais multas, juros e coimas e nunca mais teremos vida, futuro ou qualquer tipo de perspectivas... estamos desesperados, fortíssimos enquanto família mas precisamos de ajuda a divulgar o bullying de que estamos a ser alvos, temos provas documentais de tudo e podemos provar que estamos a ser alvo de perseguição da AT, destruíram-nos a vida, acabaram connosco e continuam até nos matar de vez... por favor ajudam-nos a divulgar esta situação em nome da nossa sobrevivência e dos nossos filhos!
É desumano, revoltante e injusto quando vemos na televisão roubos intitulados por "desvios" de milhões e por entre intervalos e virgulas da lei, as pessoas e grupos de pessoas saem impunes. Mas não é o estado que devia proteger os seus cidadãos, o povo que os elege? Se não for assim, qual a entidade que nos defende do estado?
sexta-feira, 10 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Falando sobre... Produtos de beleza #3
Quando iniciei esta minha viagem pelo mundo da maquilhagem, nunca pensei que, para fazer uma boa maquilhagem era necessário tanto pincel. De facto, à medida que fui explorando esta área, apercebi-me de que, ao ter um pincel para cada funcionalidade, cada etapa da maquilhagem tornar-se-ia muito mais fácil.
Entre leituras, pesquisas pela Internet e idas a várias lojas, cheguei ao meu kit de pincéis.
Penso que este processo de aquisição de novas ferramentas seja algo contínuo, se hoje acho que estes pincéis para mim são os necessários, amanhã posso a vir a precisar de outro ou outros.
Os pincéis não são uma ferramenta propriamente barata, mas ao contrário das sombras ou cremes, estes acessórios, se tratados com cuidado e com a devida limpeza, duram uma vida.
Os primeiros pincéis que adquiri foi na loja Inglot. Lembro-me que na altura comprei um pincel para sombra de olhos, um para o blush e outro para esfumar a sombra de olhos.
De seguida, e com a necessidade de experimentar sempre mais, fui adquirindo alguns na loja Sephora e mais tarde descobri as maravilhas do site OLX. Foi entre pesquisas que fiz a minha primeira encomenda via Internet. Adquiri 18 pincéis da Bobbi Brown por um preço muito simpático.
Sinto que o meu kit de pincéis já me satisfaz embora saiba que ao adquirir novos produtos para novas funções, os pincéis vão ter que acompanhar essa evolução.
Para já monstro-vos os que mais utilizo:
Pincéis para a base e corrector:
O pincel maior é do BB Cream, o mais pequeno é do corrector de olheiras. Não necessito de um pincel maior para o BB Cream pois este produto é líquido e difunde-se muito bem na pele.
Quanto ao pincel do corrector, convém que este seja arredondado para ir aos pormenores mais estreitos e não riscar a maquilhagem.
Pincéis para os pós faciais:
Da esquerda para a direita temos, o pincel do blush, que deve ser macio e achatado ou enviesado. Como eu não tenho o hábito de modelar o rosto, prefiro o enviesado pois acompanha melhor as maçãs do rosto. Tanto o pincel do meio como o da ponta são para os acabamentos finais da maquilhagem, por isso devem ser macios e felpudos para não riscarem o nosso trabalho.
Pincel para lábios:
O pincel que utilizo para o batom é um fininho para ir a todos os pormenores do lábios.
Pincéis dos olhos:
Da esquerda para a direita temos, os dois primeiros pincéis destinam-se ao esfumar, ou seja, quando queremos esbater a sombra, tornando o seu limite pouco receptível. Para que isso aconteça. estes pincéis são macios e ovais. Para este fim tenho dois tamanhos, o maior para um esfumar que ocupe toda a pálpebra, e um mais pequeno que vai apenas ao ponto onde quero esfumar. Os pincéis seguintes destinam-se a pormenores, quando quero colocar uma sombra mais reduzida ou até mesmo fazer um eyeliner com a própria sombra do olho. Os três últimos pincéis servem para a sombra do olho. São pincéis macios e farfalhudos. Os mais achatados também são utilizados para trabalhos que necessitam de maior precisão.
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