sexta-feira, 3 de julho de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Enquanto crescemos
Crescemos quando não perdemos a esperança, quando não diminuímos a vontade, nem perdemos a fé. Quando aceitamos a realidade e temos orgulho de vivê-la. Quando aceitamos o nosso destino, mas temos garra para mudá-lo. Quando aceitamos o que deixamos para trás, construindo o que vem pela frente e planeando o que está para vir. Crescemos quando nos superamos, quando nos valorizamos. Crescemos quando abrimos caminhos, assimilamos experiências e semeamos raízes.
Crescemos quando impomos metas. Sem nos importarmos com comentários, nem julgamentos. Crescemos quando enfrentamos o Inverno mesmo que perca as folhas, colhemos flores mesmo que tenham espinhos e marcamos o caminho mesmo que se levante o pó.
Crescemos quando somos capazes de lidar com os resíduos de ilusões. Quando nos conseguimos elevar por amor. Quando nos conhecemos muito bem a nós mesmos, e quando damos à vida muito mais do que recebemos
Fernanda Mello
sexta-feira, 26 de junho de 2015
That's life (that's life), that's ali the people say
You're ridin' high in April, shot down in May
But I know I'm gonna change that tune
When I'm back on top, back on top in June
I said that's life (that's life), and as funny as it may seem
Some people get their kicks stompin' on a dream
But I don't let it, let it get me down
'Cause this fine old world, it keeps spinnin' around
I've been a puppet, a pauper, a pirate, a poet, a pawn and asking
I've been up and down and over and out and I know one thing
Each time I find myself flat on my face
I pick myself up and get back in the race
that's life (that's life), I tell you I can't deny it
I thought of quitting, baby, but my heart just ain't gonna buy it
And if I didn't think it was worth one single try
I'd jump right on a big bird and then I'd fly
Each time I find myself layin' flat on my face
I just pick myself up and get back in the race
That's life (that's life), that's life and I can't deny it
Many times I thought of cuttin' out but my heart won't buy it
But if there's nothin' shakin' come this here July
I'm gonna roll myself up in a big ball a-and die
You're ridin' high in April, shot down in May
But I know I'm gonna change that tune
When I'm back on top, back on top in June
I said that's life (that's life), and as funny as it may seem
Some people get their kicks stompin' on a dream
But I don't let it, let it get me down
'Cause this fine old world, it keeps spinnin' around
I've been a puppet, a pauper, a pirate, a poet, a pawn and asking
I've been up and down and over and out and I know one thing
Each time I find myself flat on my face
I pick myself up and get back in the race
that's life (that's life), I tell you I can't deny it
I thought of quitting, baby, but my heart just ain't gonna buy it
And if I didn't think it was worth one single try
I'd jump right on a big bird and then I'd fly
I've been a puppet, a pauper, a pirate, a poet, a pawn and asking
I've been up and down and over and out and I know one thing
I just pick myself up and get back in the race
That's life (that's life), that's life and I can't deny it
Many times I thought of cuttin' out but my heart won't buy it
But if there's nothin' shakin' come this here July
I'm gonna roll myself up in a big ball a-and die
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Um autocolante que eu quero
Há dias vi uma mensagem deste género num carro e pensei "eu quero um autocolante destes no meu carro!"
O meu carro tem 18 anos (perto dos 19), é branco, e já tem algumas amolgadelas (18 anos já contam muitas histórias). Nunca fui de grandes acessórios para o carro, apenas no mês passado comprei o meu primeiro ambientador, isto porque o meu carro foi para a lavagem geral e merecia um mimo.
Mas há tempos vi este autocolante e pensei que também fosse adequado ao meu carrinho pois, já que ele recebe vários folhetos a dizerem que o compram (por ser velho), porque não felicitá-lo por isso?
Há pessoas que deviam ser vítimas dos seus próprios actos
Há dias vi uma suposta carta de um cão abandonado pelo seu dono em época de férias. Infelizmente é uma realidade lamentável bem presente na nossa sociedade. Uma carta comovente e que mostra a dedicação, a submissão e o amor de um cão que vê no seu dono, o seu suposto melhor amigo.
Querido dono, faz hoje três dias que te esqueceste de mim aqui amarrado a uma árvore. Espero que esteja tudo bem contigo e que me venhas buscar assim que possas. Está muito calor e eu tenho sede, não bebo nada desde que me trouxeste a passear. Tenho fome também mas já comi umas ervas que sabiam mal. Estou preocupado que te tenha acontecido alguma coisa e que eu aqui preso não te possa salvar! Passou por aqui um esquilo que me disse que tu não te tinhas esquecido de mim mas que me tinhas abandonado de propósito, como tantos donos fazem agora que o Verão começou e querem ir de férias à vontade. Eu rosnei-lhe e disse para se calar! Ele não sabe o que diz! Eu sei que tu eras incapaz de me abandonar... não eras? Eu sei que dava trabalho, que às vezes me portava mal e não aguentava passar um dia sozinho em casa sem ir à rua e acabava por fazer no chão da cozinha. Tu ralhavas muito comigo e até me batidas e embora não tivesse feito por mal eu sei que a culpa era minha. Sei que às vezes estava frio e rasgava eu demorava muito tempo quando me levavas à rua. Sei que quando nasceu o João me passaste a dar menos atenção mas eu não levei a mal, compreendo, ele é teu filho e como se fosse um irmão para mim. Sempre fui um bom irmão para ele, lhe lambi as feridas e o protegido do aspirador mesmo que ele me metesse medo com aquele barulho ensurdecedor. Lembro-me bem de quando era pequeno, que me deixavas aninhar no teu peito e dormir no teu quarto. Que dizias a toda a gente que eu era um cão muito fofinho! Com o tempo foste-te afastando um pouco de mim, mas rua compreendo, estavas cheio de trabalho e chegavas a casa cansado de a querer estar sozinho. Eu tentava brincar contigo para te animar mas tu mandavas-me calar e ir para a minha cama, que agora já era na varanda. Uma vez eu não obedeci e tentei brincar mais contigo, ladrei e tudo para entrares na brincadeira e tu bateste-me. Deste - me um pontapé no focinho com muita força. Doeu-me muito e fiquei meio desorientado... não te guardei rancor, passados cinco minutos estava a pedir - te desculpa e tu não quiseste saber de mim. Só me levaste à rua no dia seguinte e eu aguentei até lá! Fui um bom cão, não fui? Peço desculpa se às vezes fui demasiado irrequieto, se pulei demais quando chegaste a casa e te cravei as unhas nas pernas, mas como um cão meu amigo uma vez me disse "Se quem tu amas entra numa sala de cinco em cinco minutos, deves ir cumprimentá-lo e mostrar de gostas dele da mesma forma eufórica de cada uma dessas vezes". Se me vieres buscar vou-te receber de patas abertas, vou - te lamber a cara vezes sem conta e ser o melhor cão que um dono pode pedir. Por favor não demores muito, ao sei quanto tempo mais consigo aguentar já sinto o frio mesmo com este sol abrasador.
Do teu amigo, Bobby.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
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