quinta-feira, 16 de julho de 2015

Música que me encanta #11


Uma exposição no CCB


Até dia 2 de Agosto vai estar no CCB (Centro Cultural de Belem) a exposição Paisagem como Arquitectura,  que reúne as diferentes formas de mudança da paisagem em relação à arquitectura. Uma exposição que aborda o modo como a paisagem é palco do conforto humano com a história e com a natureza e como expressa a necessidade humana de ordenar o mundo é,  simultaneamente, o desejo de construir o futuro.
Uma exposição que tem como colaboradores os arquitectos Paulo David e João Gomes da Silva. Estará aberta de Terça - feira a Domingo,  das 10h às 17h.

sábado, 11 de julho de 2015

Street Food


Vamos ao Street Food?
Os restaurantes saíram à rua e nos dias 11 e 12 de Julho alguns deles vão estar na Praça Martim Moniz, em Lisboa. Vão ser mais de 30 carrinhas e roulotes dispostas nesta praça que darão vida e comida às pessoas que aqui queiram vir. Para além da parte gastronómica aqui preparada conta-se, também, com as actuações de músicos e DJ, das 18 à meia-noite no Sábado,  e até às 22 h no Domingo. 
Se este fim-de-semana não der muito jeito, o Street Food volta em Agosto nos dias 8 e 9, em Belém, e de 5 a 6 de Setembro estará nos Jardins do Museu da Electricidade. 
A não esquecer que a entrada é gratuita.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Crise...?? Mas que crise... ??

Quem já viu um café sem pastéis de nata? Eu não tenho memória desse acontecimento, como tal, tive que voltar a ter esta pequena relíquia no meu estabelecimento. Desde que o meu fornecedor deixou de ter pasteis de natal pré feitos, tinha deixado de teu os pastéis de nata no meu café.
Quando abri o estabelecimento tinha uma pastelaria que vinha fornecer o meu café,  inicialmente era com 7 bolos, depois passou a 3. Como resolvi voltar a tê-los, falei com a senhora da padaria para que os fornecedores pudessem deixar lá os meus bolinhos. Posto isto contactei a pastelaria que me dizerem que em principio sim mas para esperar o telefonema durante o dia, eu aguardei.  Como não obtive resposta, pensei que o sim era o que tinha ficado. Nisto passou a Segunda-feiranada de nada, nem telefonema, nem pastéis de nata.  Voltei a contactar e disseram-me para aguardar. Quando me contactaram disseram que o distribuidor não podia levar por estar com a carrinha cheia (estamos a falar de 3 pasteis de nata).
Com esta anedota a acontecer, esperei que o dono dessa pastelaria viesse ao meu café (pois é meu cliente). Quando chegou e eu lhe contei começou a rir-se, pois indicou aos seus empregados que dessem  uma desculpa e a desculpa foi esta. Eu ri-me claro,  a situação não pedia outra coisa, e perguntei-lhe se o seu negócio estava a correr bem, para dar-se ao luxo de recusar trabalho, só podia estar a correr bem. É pouco, eu sei, mas uma vez que esta pastelaria fornece a padaria que iria pôr os meus pasteis de nata, não iria ter despesa de deslocação.  Afinal, e principalmente neste negócio,  grão a grão enche a galinha o papo. 
Com isto, ainda não tenho pasteis de nata e ainda ando a ver de fornecedor.
Quando à pastelaria,  tão cedo não coloco lá os pés.

sábado, 4 de julho de 2015

sexta-feira, 3 de julho de 2015

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Enquanto crescemos



Crescemos quando não perdemos a esperança,  quando não diminuímos a vontade, nem perdemos a fé. Quando aceitamos a realidade e temos orgulho de vivê-la. Quando aceitamos o nosso destino, mas temos garra para mudá-lo. Quando aceitamos o que deixamos para trás, construindo o que vem pela frente e planeando o que está para vir. Crescemos quando nos superamos, quando nos valorizamos. Crescemos quando abrimos caminhos, assimilamos experiências e semeamos raízes.  
Crescemos quando impomos metas. Sem nos importarmos com comentários, nem julgamentos. Crescemos quando enfrentamos o Inverno mesmo que perca as folhas, colhemos flores mesmo que tenham espinhos e marcamos o caminho mesmo que se levante o pó.
Crescemos quando somos capazes de lidar com os resíduos de ilusões. Quando nos conseguimos elevar por amor. Quando nos conhecemos muito bem a nós mesmos, e quando damos à vida muito mais do que recebemos 


Fernanda Mello