terça-feira, 24 de novembro de 2015

As sufragistas


Um filme que toda a gente devia ver. Para que todos tivessem a noção que, para que as mulheres pudessem ter um lugar na sociedade, muitas perderam as suas vidas, a sua família e houve até quem perdesse a vida. É graças a essas mulheres que hoje podemos ficar com os nosso filhos, temos um trabalho digno, podemos dizer não quando o homem diz sim, podemos estar dentro dos assuntos políticos, e estar dentro daqueles que regem o futuro da sociedade. 
Fazia bem que, aquelas pessoas que não votam só porque não vêem futuro nos políticos (por mil e quinhentas razões), vissem este filme porque, por mais razões que achem que não o devam fazer, houve mulheres que deram as suas vidas para que as mulheres pudessem votar, pudessem ter esse lugar na sociedade. Por elas, por cada uma de nós, devemos ter uma vida activa no voto e na sociedade. 

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Crianças com país homossexuais - já é possível


Até que enfim que sai um boa notícia do parlamento português! Saiu esta manhã deste local a aprovação da adopção de crianças por casais do mesmo sexo. Com a maioria de esquerda, finalmente, esta proposta foi aprovada.
Há tantas crianças para adoptar que por vezes questionava-me porque é que esta medida ainda não tinha entrado em vigor. Tantas crianças para adoptar e estes casais com tanto amor para dar. Para mim, não fazia sentido. Com esta medida a sociedade vai entrar num novo rumo, pois se antigamente era rara a criança com os pais divorciados, hoje em dia esse é um tema banal. Hoje irá ser a questão dos pais homossexuais. Mas é como tudo na vida, a sociedade também tem que evoluir. Obviamente que há riscos, os mesmos riscos da adopção de crianças por casais heterossexuais. Mas pelo menos, com a aprovação desta medida, muitas crianças vão poder ter a possibilidade de viver num lar com amor, coisa que até então não tinham. 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Arrábida, ficas para a próxima

Vamos à Arrábida?
Levantar cedo a um Domingo é aquilo que mais me custa. Não porque não goste, mas porque este é o único dia que posso cancelar o despertador e ser comandada pela minha própria necessidade de descanso. Mas, tendo em conta que, só assim é que o aproveitamos bem, lá me levantei. 
A Arrábida.
A Arrábida é muito bonita. Tem muito verde e pareceu ter caminhos muito interessantes para percorrer. Sim, pareceu, porque na verdade não chegamos mesmo a entrar na Serra. Muitos avisos nos foram chegando à medida que nos íamos aproximando do lugar desejado. Ora era a quantidade anormal de javalis, ora eram os buracos que podíamos encontrar, ora era o perigo de nos perdermos... tudo isto fez com que andassemos um quilómetro e voltassemos para trás. 
Desta feita mudamos de planos. Almoçamos no Portinho da Arrábida e fomos até ao Cabo Espichel, em Sesimbra, ver o pôr do Sol. A mudança valeu bem a pena.







segunda-feira, 16 de novembro de 2015

sábado, 14 de novembro de 2015

Dezembro, nunca desejei tanto por ti :)


Estou naquela fase que não sei se é para rir ou chorar.
Estou a 15 dias de deixar o projecto do café.
Vou para o desconhecido, deixo o certo por o incerto.
Deixo a super carga horária por carga nenhuma.
Em contrapartida, vou bem. Vou ansiosa, até.
Vou resentir, vou, provavelmente, sentir falta, mas vou na mesma ansiosa, porque quero mesmo arranjar alguma coisa que não seja tão exigente a nível de horário.
Vou ter tempo de fazer as minhas coisas, vou ter tempo para mim e para os meus.
Que chegue depressa Dezembro!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Perto de partir


Estou a menos de um mês de pôr um ponto final à minha relação com o Café Girassol.
Ainda não pensei muito sobre o impacto que isso vai trazer aos meus pensamentos futuros e à minha vida. Aquilo que digo neste momento é que a minha necessidade de ter a minha vida de volta é tão grande que me faz relativizar tudo o resto. 
Já comecei a dizer aos clientes. Uns reagem bem, outros nem por isso. Ficam tristes, pois não deixo de ser a rapariga nova, com garra, que fez erguer um café fechado. Consegui trazer bom ambiente à casa, as pessoas aprenderam a desabafar ali e a ter aquilo como um lugar familiar. Todos me chamam pelo nome e a ideia de café de bairro ficou bem vincado ali. 
Mas chegou o momento de mudar de página. 
Gostei destes quase dois anos. Não foi tudo um mar de rosas, mas deu para ganhar sabedoria, deu para perceber a ciência de como gerir um negócio e mantê-lo a trabalhar. Deixo-o com tristeza, mas deixo-o em paz e feliz.