segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O novo vício

Não sei se é por causa do frio.
Não sei se é por causa da chuva.
E também não sei se isto tem causa.
O que eu sei é que ando extremamente gulosa. 
Sim, eu sei que sou gulosa por natureza, é um facto, mas nos últimos dias, os doces têm tido um peso enorme no meu dia-a-dia. Quase que uma necessidade diária.
Digamos que, entre o ano novo e hoje, já me deliciei com uma caixinha destas:

E já estou a tratar do fim desta:

Não sei se é preocupante (pois estas coisinhas boas não deixam de ser açúcar), o que eu sei é que me sabem tão bem, tão bem, tão bem... e só isso, sabe-me pela vida.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Chegada aos 16 km

Hoje previa uma corrida mais longa. 
Em mente estavam os 16 km. 
Tempo: chuva e vento. Chuva dá para proteger com o impermeável, agora o vento é que não. 
Os primeiros km's fizeram-se bem, pois entre a chuva e uns raios de sol, a corrida aguentou-se bem. Nos últimos km's, o vento apertou. De vez em quando sentia-me fazer um passo mais para a esquerda, outro mais para a direita, quando vinha de frente, era até as forças e a respiração darem. Uma vezes aguentava todo o percurso, outras vezes tive que abrandar. Desistir? Bom, tinha que regressar ao ponto de partida, por isso, ir a correr ou a andar, preferi ir a correr.
No final da corrida, o balanço é muito positivo! :)


sábado, 9 de janeiro de 2016

"Sai de Baixo" está de volta!

Quem não se recorda das expressões "Cala a boca, Magda" ou "Eu tenho horror a pobre!"? Pois bem, segundo o DN, esta família está de volta à televisão portuguesa (eis boas notícias). O canal da Globo, exclusivo para clientes NOS, vai matar as saudades que sentimos das personagens Magda, Vavá, Caco Antibes e Cassandra, e vai exibir os episódios do sitcom Sai de Baixo, já a partir deste Domingo pelas 22:55h. Sim, é já amanhã! 

Pérola #40


Para os que não acreditam, votar é IMPORTANTE!!

Há coisas que, por mais que nos informem ou falem sobre elas de uma forma banal, não parecem tão reais como de facto são. Este embate aconteceu-me ontem quando li um artigo de João Garcia na Revista Visão (nº 1192) desta semana.
Aqui em casa já se tinha abordado o tema da política e o que ela representa nos jovens de hoje em dia. Aqui em casa já se tinha abordado o facto de, uma parte da mudança política não acontece, muito devido ao desinteresse que os jovens têm em relação à política e aos assuntos do seu país. Ora porque emigram, ora porque não há confiança nos políticos, ora porque não querem saber mesmo e ponto. 
Não deixo de concordar que a política, no nosso país, tem vindo a perder interesse, a perder credibilidade e o apoio que esta devia prestar aos cidadãos (e vice-versa). É desencorajador os impostos que somos obrigados a pagar (muitos deles não sabemos muito bem para que fim), quando no fim, olhamos para a televisão e ouvimos as palavras "desviou", "fuga ao fisco", "Banif", "sai do bolso de cada contribuinte"... É uma autentica injustiça, sim. É um abuso aquilo que fazem ao dinheiro que nos é tirado do ordenado todos os meses. Agora, e perante isto tudo pergunto-me, serão estes motivos válidos para descartarmos a política dos nossos interesses? serão estes motivos suficientes para abandonarmos o nosso direito ao voto? Na minha opinião deixei-a bem clara no texto que escrevi aqui. Penso que, se querermos que isto mude, temos que fazer alguma coisa por isso, e muito disso passa pela nossa ida à urna e votar com consciência.
Este texto veio a propósito do que li na Revista Visão desta semana, no qual, João Garcia escreveu:

"Nunca votei nem tenho paciência" e até acho que, se o fizesse, o voto "seria inconsciente", diz a estudante universitária de 20 anos. Ao lado, uma colega responde a uma pergunta sobre Marcelo Rebelo de Sousa: "já ouvi falar desse." Um futuro médico, ainda de 18 anos, mostra estar melhor informado. Se Marcelo lhe aparecer, sabe quem é?, pergunta o jornalista Sérgio Pires, do Diário de Notícias. "Reconheço sim. Mas nem sabia que ele estava a concorrer às eleições."
Podemos meter a cabeça na areia e achar que a culpa é do repórter que andou a escolher os entrevistados a dedo, só citando os mais desinteressados e desinteressastes. É o mais fácil e tranquilizador.
Mas também podemos acreditar que há aqui um sinal de que algo está a mudar. Que não, assegura Rui Oliveira e Costa, especialista em sondagens, pois a abstenção entre jovens sempre foi alta e sobre nas presidenciais. Talvez. Mas são cada vez mais os novos e menos novos que ficam em casa.
O que o trabalho de Sérgio Pires mostra é que o que todos sentimos: os problemas das sociedades têm origem em causas cada vez mais distantes e incontroláveis, a desilusão cresce, o desinteresse aumenta, os políticos e os cargos desprestigiam-se, a abstenção sobe. (...)
O debate, o que alimenta as discussões e aquece os ânimos na política, raramente tem a ver com a vida concreta das pessoas. São assuntos cada vez mais distantes, longe do dia a dia e dos problemas concretos, os que preenchem os grandes confrontos. A vida nos partidos está organizada de cima para baixo, com um senhor no topo da pirâmide e uma série de escolhidos instalados logo no piso abaixo. Juntos decidem o que interessa aos que vivem com os pés na terra. Entre uns e outros estão os representantes das corporações, digladiando-se para ver quem mais se aproxima do topo, mas unindo-se para evitar que os não instalados (sejam jovens, sejam desempregados, sejam imigrantes) entrem nas estruturas de decisão (e na vida organizada) à custa de privilégios dos que já lá estão. Não será por acaso que se defende muito mais o emprego do que o acesso ao trabalho.
De cima para baixo circulam as directrizes; de baixo para cima só viajam os votos. Por isso são cada vez menos.
(...)

Dia 24 de Janeiro de 2016, Domingo, há Eleições Presidenciais, com a possibilidade de uma segunda volta, dia 14 de Fevereiro. 
Votem! 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Falando sobre... Produtos de beleza #6

Desde que deixei de trabalhar no café que algumas coisas têm voltado à normalidade (sim, normalidade, porque trabalhar das 06h às 22h, e ser escrava do trabalho não é normal). O cabelo preso deixou de ser uma constante, as saias e as peças de roupa mais bonitas saíram do armário e, de uma maneira geral, voltei a cuidar mais de mim. Entre essas mudanças estão as mãos. Se durante quase dois anos não podia pintar as unhas, hoje já posso. Entre vermelhos, cor-de-rosas, castanhos, roxos... as cores vão sendo uma constante mudança. Já me passou pela cabeça as unhas de gel (estaria a mentir se dissesse o contrário), mas como gosto de mudar de cor com alguma frequência, continuo a deixar essa prática estética para as outras pessoas. Bom, quando falo em mudança de cor, não quer dizer que goste, particularmente, de alterar o verniz de dois em dois dias. Gosto da parte da mutação de cor, de escolher outro tom, de ver outra cor nas mãos, mas não gosto da parte de estar a sentir que estou a passar a minha vida a tirar e a pôr verniz. Como sentia que isso estava a acontecer, decidi mudar de marca. Aproveitei a minha ida ao Continente para cuscar o que eles lá tinham neste sector. Deparei-me com a nova colecção da L'Oreal - Infallible Gel. Penso que até ao momento têm sete cores disponíveis e aquilo que eles prometem é cor intensa, brilho e uma resistência que pode ir até aos 12 dias (este período de tempo está com um *). Como são vernizes que fogem um pouco ao preço que estou habituada a pagar por um, resolvi comprar dois para experimentar (006 e o 036). Aquilo que posso dizer é que, passados oito dias de o aplicar, tive que o remover, não porque tinha grandes falhas (tinha duas pequeninas no cantinho de duas unhas), mas porque já estava a sentir as unhas grandes (para o meu gosto) e porque já estava farta de ver aquela cor nas minhas mãos. 
Perante o resultado que tive dos vernizes da L'Oreal - Infallible Gel é que, nas minhas unhas eles funcionam.