quinta-feira, 16 de junho de 2016

Falando sobre... Produtos de beleza #6

Nesta nova fase da minha vida houve algumas coisas que mudaram na minha rotina diária e houve uma ou outra coisa que fui descobrindo em mim. A descoberta mais flagrante que tive foi: eu ser uma Maria Rapaz no que toca a maquilhagem. Eu passo a explicar. Nunca fui de grandes produções a nível de make up. Uma sombra no olho, um rimel e um bb creme na cara e estava pronta para a festa. Neste trabalho onde estou inserida, a maquilhagem é obrigatória e com isto chega a descoberta de produtos, a rotina diária de pele e a sequência de produtos que tive que adoptar para ir minimamente apresentável.  
No que toca a rotinas, essas passam essencialmente por limpeza de pele à noite para a remoção de maquilhagem e uma a duas exfoliações semanais na cara para remoção de peles mortas, pois estas peles notam-se, e bem, quando estamos maquilhadas.
No que toca à sequência de produtos diários que eu adoptei e que até agora me tem ajudado a ter uma cara com cores é esta:

Face Primer. O primer de cara serve para proteger a pele dos produtos da maquilhagem, ajudando a fixa-los melhor e a durarem mais tempo no nosso rosto. Não posso dizer que tenha encontrado um maravilhoso, até porque em relação a este produto, ainda ando à procura do tal. 

Eyes primer. O primer de olhos tem a mesma funcionalidade do primer de cara. Ajuda a fixar melhor a sombra nos olhos.

Creme hidratante para os lábios. Há quem use Primer pada os lábios. Eu prefiro hidratante ou bálsamo para os lábios. Hidratam os lábios ficando mais receptivos ao batom.

BB creme. Para mim um bb creme chega para uniformizar o tom da pele. Para me facilitar na sua aplicação opto por usar a esponja em vez do típico pincel. A pele fica com um tom mais natural e a aplicação do produto é muito mais rápida. Poupa-me muito tempo.

Corrector de olheiras/iluminador. Felizmente não tenho olheiras carregadas, o que me possibilita em escolher um destes dois produtos. Uns dias uso corrector, outros dias uso o iluminador. 

Sombra de olhos. Sou completamente viciada na palete de cores da Too Faced, Chocolate Bar.

Quando se abre a palete, sente-se logo o cheiro a chocolate a perfumar o momento. Para além disso as cores são lindas e duram muito tempo nos olhos. É também com estas cores que, por vezes faço o risco mais escuro perto das pestanas evitando assim, usar o lápis preto.

Pó matificante/fixador de maquilhagem. Eis um produto que pode ser dois em um.


Neste momento estou a usar o da Make Up Forever. Este produto tem a finalidade de matificar a pele, deixando-a sem o brilho do bb creme, e ajuda na fixação da maquilhagem. Existe no mercado uma variedade enorme deste tipo de produtos. Há em pó solto, pó compacto, há pó matificante com cor, há sprays de fixação de maquilhagem.....

Rimel. Desde que descobri esta máscara de pestanas não quero outro produto. Rimel da Maybelline, The Colossal. 

Com esta máscara, as pestanas ficam super volumosas e pretas, pretas. O olhar ganha logo outra expressão. 

Blush. O blush é aquele produto que nos dá o ar saudável à cara, aquela cor nas maçãs do rosto. Eu opto por cores naturais, aquele tom próprio de quando coramos, pêssego,  rosado....

Batom. Este varia muito com o espírito do dia. Ora é acastanhado, ora cor-de-rosa, ora coral. Tem para todos os gostos.

É esta a sequência que adoptei no meu dia-a-dia. Poderia adicionar o eyeliner, um brilho no contorno dos lábios, o contorno facial.... mas isso deixo para quem tem experiência ou para quem não se importa de se levantar 15 minutos mais cedo da cama para ter tempo de o fazer. Eu, mesmo assim, já tenho uma sequência que me leva 15 minutos da minha manhã. E chega.

Quanto à marcas que tenho usado e gostado, posso falar da Too Faced, Make Up Forever e da Inglot.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ai ai ai.... Trabalhar por turnos

Nunca na minha vida tinha trabalhado por turnos, uns dias acordar às 3:30 da manhã, noutros poder dormir até me apetecer porque só entro às 15h, não ter dias certos de descanso.... enfim, toda esta diversidade de acontecimento que o turnos nos oferece. 
Comecei a trabalhar neste horário no dia 2 de Junho. Estamos a 13 e eu ainda me estou a habituar a este ritmo/estilo de vida. Há dias em que só vivo para o trabalho, pois é acordar e ir para o trabalho, vir do trabalho e ir directa para a cama descansar a cabeça. Há outros dias que tenho tempo de fazer mais um pouco. É aí que entra o ginásio e a corrida. Não posso dizer que mantenho a mesma frequência de actividade física, até porque este trabalho não é de ficar sentada na cadeira 8h, mas tento, sempre que possível, ir até ao ginásio/correr. 
Mas, isto de trabalhar por turnos tem que se lhe diga. Há quem goste, há que deteste. A grande diferença é que não há semana igual à anterior, para o bom e para o mau essa é a grande diferença. Nem sempre se tem os fins-de-semana, feriados, ou a noite para poder jantar com a família. A parte boa é haver semanas em que se pode dormir até mais tarde, ou ter as tardes para poder ir à praia ou fazer outra coisa que se goste mais. No meu caso ainda estou a tentar perceber se gosto disto, aliás, a tentar encaixar a parte positiva desta questão na minha vida.  

segunda-feira, 30 de maio de 2016

O meu primeiro Sintra Mountain Magic Trail

Durante a semana passada correu tudo normal. Fiz o trail na Terça-feira, na Quarta-feira não me mexia. Sexta-feira fui ao ginásio e Sábado foi para descansar em relação aos treinos. 
O que eu não esperava era acordar, no Sábado, dia 28 de Maio, com dores de garganta. Para que o vírus não desenvolvesse em mim, nesse dia fui para a cama com um chá e um comprimido. Domingo, eram 5:10 minutos quando o despertador tocou. Como não sabia onde estacionar o carro, e como tinha pessoas que iam para a mesma prova perto de mim, encontrei-me com eles às 6h para a tão desejada partida para Sintra. 
Tomei um bom pequeno-almoço, voltei a ingerir um comprimido, pelo sim, pelo não, fiz a minha sandes (pois a minha prova começava às 8:45), e lá fui eu.
Como fomos cedo, não tivemos qualquer problema em estacionar. Bebemos café, vimos as outras provas a saírem e, finalmente chegou a hora de eu partir. Estava expectante, pois como nunca tinha ido a nenhuma prova de trail, não sabia como era em relação às dificuldades, aos postos de abastecimento... enfim... Fui à descoberta. Tão à descoberta que nem fones levei, para que assim pudesse aproveitar, em todos os sentidos, da prova.
O início custou um pouco, os músculos ainda estavam a aquecer, sentia-os um pouco pesados. À medida que a prova se ia desenrolado começou a ser mais fácil ultrapassar as subidas e descidas. Aproveitei para ir tirando algumas fotos, deu para apreciar a paisagem e para me rir de alguns comentários que iam surgindo ao longo do Trail.  Porque senti que, acima de tudo as pessoas estavam ali para se divertir, e isso foi maravilhoso.
Quando já estava perto da meta só me vinha um pensamento à cabeça "foi só isto? Já foram 12 km?" Sim, ao cortar a meta senti que podia fazer mais meia dúzia de km's porque na verdade, sentia-me, ainda, cheia de energia. 
Resultados:
11.80 km
1:21:36
6.54 /km

Classificação:
195° dos participantes do mini trail
33° senior feminino

Pontos positivos:
O sítio era, e é, lindíssimo, e, qualquer prova que seja ali realizada, tem isso como garantido, proporcionar aos participantes paisagens e sensações ímpares. O percurso estava muito bem marcado e, o facto de termos que ser nós a levar os resipientes para os líquidos parece-me que podia ser uma medida a adoptar nas restantes provas. Sei que nesta prova, pelo facto de estarmos dentro do património da UNESCO esta medida era obrigatório. Mas, tendo em conta a quantidade de lixo que se faz por causa das garrafas de água deitadas, quase intactas, para o chão, penso que era uma mais valia tanto para nós, como para o ambiente.
Pontos negativos:
A medalha. Aliás, a falta dela. Por 18 € que me custou a prova, não merecia uma medalha? Nesse aspecto fiquei desiludida, pois no final não consegui erguer nada palpável. Só espero que esta ausência não vire moda.   

Para finalizar, adorei participar, deu para me testar a mim própria, fiquei com uma energia saudável que me aguentou o resto do dia de trabalho (sim porque ontem saí da prova, fui a casa, e depois segui para o trabalho) e desmitifiquei os 12 km em trail, porque afinal, o meu corpo consegue mais.





terça-feira, 24 de maio de 2016

Monte acima

Ontem à noite fui desafiada e eu, aceitei.

Hoje de manha toca o despertador. São 4:40 da manhã. Levanto-me, tomo o pequeno-almoço, visto-me, calço os meus ténis novos, e saiu de casa. Ainda é de noite e não há ninguém na rua. O primeiro ponto de encontro é às 5:20, o segundo às 5:30. Aos poucos, as pessoas começam a chegar e às 5:35 arrancamos. Somos 13 pessoas a correr em direcção ao monte.
Com os primeiros passos só me vinha à cabeça o gosto de todos aqueles que ali estavam têm pela corrida. Acredito, e hoje ainda mais que, quem não corre não entende estes encontros madrugadores, quem começa a correr acha que nunca era capaz de o fazer isso, quem corre, faz porque gosta, porque faz sentido. Eu já passei por todas estas fases e estou a adorar a última. 
Passado pouco tempo da partida as pedras já se deixam ver sem a luz do frontal e a paisagem que nos cerca mostra-se.



Houve tempos variados porque, quem se encontrava acima da forma que o restante grupo, fazia piscinas à volta do mesmo, ora subia, ora descia, ora subia, ora descia, enquanto que os restantes só subiam. Mas só assim conseguimos ir todos juntos e agradar a todos.
Com isto tudo fiz:
10.20 km
1h 16 min
7:26 /km

Quanto às sapatilhas, tive que fazer novo investimento, pois as sapatilhas de estrada não são para aqui chamadas.


Optei pela marca Salomon que, para além de se notar diferencia na aderência ao solo em relação às sapatilhas de estrada, portaram-se lindamente. Adorei.

Em resumo senti que, durante aquela 1h30 minutos que tive com este grupo estive numa outra realidade, onde a corrida e o bem estar alheio é que importa e que tudo o resto deixou de existir.
Foi uma experiência única e que, com toda a certeza irei continuar a praticar. 

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O primeiro trail está agendado


E este vai ser o meu primeiro trail: Sintra Mountain Magic Trail. Será um mini trail mas não vão deixar de ser 12 km de serra. Uma serra mágica que nos remete para outra realidade. 


Pelo que vi no programa, os atletas terão que levar as suas garrafas de água para serem abastecidas nos postos que vão haver no percurso. Provavelmente terá relacionado com o lixo que se costuma fazer neste tipo de eventos. Mas acho bem, pelo menos não devemos ver aquele mar de garrafas no chão junto dos postos de abastecimento. 
Curiosa e ansiosa. É como me sinto.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Finalmente fiz o meu primeiro trail. Para ir mais a fundo nesta questão, a corrida que eu fiz ao final da tarde, foi mais uma mistura de trail soft com urban trail. Fui inserida num grupo que tem por hábito correr em trail mas que, devido à minha presença, foi mais devagar e adaptou o percurso desse dia, às minhas capacidades físicas e técnicas. Começámos no meio da cidade, percorremos estrada, monte e lama, vimos caminhos invadidos pelo verde dos arbustos, paisagens sem limite e fintámos a água que à superfície teimava ficar. 
Foi maravilhoso e quero voltar a correr neste contexto. Descobre-se paisagens lindas, respira-se outro ar e sente-se outra atrenalina.
Para começar os tempos foram:
9.60 km
1:10:33 segundos
7:18 /km




Esta última fotografia trata-se do estado em que os meus ténis chegaram a casa. 
Para a próxima corrida, antes de me aventurar, tenho que fazer uma check list onde um par de ténis de trail e um repelente têm que constar na primeira fila.

Quanto ao trabalho, senti outro tipo de atrenalina. Conhecer novas tarefas, novas responsabilidade e novos hábitos dá em nós um nervoso gigantesco. Mas correu bem! :)

Séries....

Quem nunca viu uma série? Quem nunca ficou viciado numa determinada série?  Eu até arriscaria a perguntar, quem nunca passou uma tarde inteira a ver série atrás de série? Eu não. 
Nuna entendi o sentido das séries. Gosto de ver filmes, que duram 3h, marcam-nos e ficamos a pensar neles uma data de dias. 
Quando estava de ERASMUS, na casa onde morava, via -se, por vezes, a série Two and a half men. Eu assistia mas não prestava atenção, pois nunca senti necessidade, nem interesse, em ver aquele tipo de programas.
Há uns tempos para cá instalei a Netflix no tablet (para quem está interessado em ver filmes com legendas em inglês não há melhor) e, filme para cá, filme para lá, deu-me na cabeça de começar a ver How I met your mother. No início pareceu-me engraçado, pois consiste no pai a contar aos seus filhos como conheceu a mãe deles. Continue a ver e começou a aborrecer-me, pois em cada episódio vê-se Ted (o pai das crianças) a tentar encontrar a sua cara metade. Hoje, estou viciada nesta série. Um casal prestes a casar, uma rapariga jornalista, um engatatão e o Ted. Juntando estas personagens temos as suas aventuras, os seus namoros e as suas histórias. É  muito giro. 
Quanto à Netflix, o primeiro mês é gratuito e depois é uma aplicação paga. Mas para mim, vale muito a pena, pelos filmes, pelas séries, e principalmente, porque não perco muito tempo a encontrar este tipo de programas com legendas em inglês. É só clicar e puff, já está.