quinta-feira, 17 de junho de 2010

E é assim sempre que venho a casa...




... Ter a casa vazia quando chego a casa a meio da tarde;
... Ter alguma comidinha da mama no frigorífico para matar logo as saudades dos seus temperos;
... Ter o meu quarto arrumado (nem que seja apenas no momento antes de pousar as minhas coisas);
... Ter à minha disposição uma Internet que não está constantemente a cair;
... Ter os meus pratos favoritos logo na primeira refeição;
... Ter dores no estômago mal acabo de comer;
... Ter conversas que se for preciso duram a noite toda;
... Ter o meu irmão sempre a embirrar comigo;
... Ter a possibilidade de estar acordada no meu quarto até às horas que eu quiser;
...

Tudo isto é tão bom, tudo isto acontece e tudo isto é sentido por saber que por mais longe que esteja, foi daqui que vim, é este lar que pertenço e que por mais sítios onde vá, é aqui que é a minha base, o meu porto seguro!

Portugal no Mundial


Sinceramente não estou muito confiante neste nosso Portugal no Mundial.
Nos noventa e poucos minutos em campo só correu bem os primeiros minutos do jogo onde nenhuma equipa atacava mas Portugal pouco saía da área adversária. Depois do primeiro tempo só pedia para que a Costa do Marfim não marcasse golos, já que a esperança de ver Portugal marcar, pouco tinha!

No lugar do costume, com a bebida que toda a gente já sabe, lá estávamos nós a ver aquela pequena desgraça.
O que é certo é que não foi com a prestação da nossa equipa que festejámos a noite. Esta paródia começou somente porque Portugal jogou, de resto, queremos é conviver e estar com quem gosta de nós.
E assim foi o primeiro jogo, onde pouco aconteceu mas que serviu para mais uma noitada, mais uma saída que, sinceramente, já sentia falta!
Agora... Só espero que Portugal se porte melhor no próximo jogo frente à Coreia do Norte na próxima Segunda-feira!

A fazer figas


Surgiu um dia para ir à praia!
Agora é torcer os dedos para que amanhã esteja bom tempo!

domingo, 13 de junho de 2010

Neste fim-de-semana


Quando é que o tempo fica estável?
Quando é que existe um fim-de-semana que tenha um Sol radiante com umas temperaturas arrasadoras?
O desejo de ir à praia começa a aumentar à medida que vejo a minha ida ao litoral cada vez mais longe!
Já comprei o protector (isto porque não me passa pela cabeça ir à praia sem a protecção), já tenho o bikini e a toalha, só faltam as condições atmosféricas. Coisa que este fim-de-semana não aconteceu!
Tinha estes acessórios todos, tinha a boleia e companhia só faltou aquilo que nos leva até à praia: o tempo!
Quero Sol! E quando isso acontecer, espero que haja alguém que queira ir comigo.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Eu, as minhas afilhadas e o objecto das fitas


E assim caminho

Alinho na certeza da vida que perfura a minha essência.
Quero certezas!
Certezas que se encaixam, cada vez mais fortes e que hoje tiram as dúvidas que outrora tinha.
Vou ficar por cá, vou continuar a sentir o movimento alentejano durante mais alguns meses.
Bom? Mau? Já foi mau, agora é bom! São conclusões que só necessitam de deixar de ser novidade nas mudanças inconstantes da vida. A partir daí é seguir!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Um dia para recordar para todo o sempre







Começou cedo, ainda pouco tinha dormido já me estavam a acordar.
Iria ver toda a minha família, iria mostrar ao mundo a minha alegria de ter terminado, iria mostrar ao mundo o meu desejo de voltar a iniciar o percurso aqui nesta Universidade.
Mas, e porque o que é bom acaba rápido, lá estava eu no Sábado a declarar-me Finalista!
Muita alegria, muita emoção, muitos copos iluminaram aquela sala pequena para tanta felicidade.

"Foi sonho para aqui vir estudar
Era o curso meu desejo
Por partir eu estou a chorar
Partir de ti, Alentejo

Lágrima perdida no rosto,
Oh noite sem ter o luar
São expressão neste meu desgosto
De Évora ter de deixar."

Aquela que viu a lágrima em mim.

Nos Claustros da Universidade fui levada ao banho por pessoas que marcaram a minha vida, que marcaram o meu percurso académico, que cresceram comigo.
Atirei à água aquelas pessoas que me acompanharam e que ali estava a testemunhar o seu progresso, a sua evolução, a sua chegada ao topo. Tremi só de pensar nisto tudo.
Após te-los banhado chegou a minha vez!
Primeiro fez-se silêncio, depois senti-me perdida e de seguida espalhei alegria por toda a gente!

Agora... Que venham os netos académicos!