sexta-feira, 8 de julho de 2011

Tanta viagem para tão poucos dias


Todos os dias ligo o meu computador, todos os dias tenho de o ver.
Olho para o meu ambiente de trabalho e lá estão elas.
Aquelas duas pastas que contêm um investimento.
Tenho três viagens marcadas.
Tenho três voos, vou fazer a mala três vezes e vou despedir-me três vezes dos lugares. Tudo isto num espaço de um mês.

Lisboa - Heathrow (Londres) a 24 de Julho
Heathrow (Londres) - Lisboa a 14 de Agosto
Lisboa - Copenhaga (Dinamarca) a 24 de Agosto sem bilhete para voltar!

Depois, só o destino dirá!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Uma forma original de publicidade


Em sombra o efeito é este.
Um sol brilhante, e os chapéus dão cor aos céus.
As diversas cores, a irregularidade da posição das suas sombras, dão outro ar a vários pontos de Évora.
Uma forma original de promover um evento que irá passar-se no teatro.


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Em criança não há vergonha. Pensa-se, diz-se!



Ontem vi este programa pela primeira vez.
Não percebi muito bem do que afinal de trata. Envolve crianças, Catarina Furtado e as peripécias da malta infantil.
Vi o David, com o seu à vontade a cantar com o seu inglês a Lady Gaga, que não consegui resistir a umas belas gargalhadas.

domingo, 3 de julho de 2011

Finalmente junto da família

É bom chegar a casa e ver a família toda, nos seus afazeres e bom uma mesa cheia de coisas boas à nossa espera.
É bom ver um pôr do sol lindo, com uma harmonia natural espetacular, depois de um da bastante atribulado.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Poque gosto deste anúncio, porque gosto do seu produto

Um sentimento que não gosto

Um dos sentimentos que mexe mais comigo e que me incomoda senti-lo é a perda.
A perda de um amigo, de um familiar, de um namorado, a perda de um momento.
Aqueles momentos onde no passado fomos felizes. Livres na nossa cabeça e nas nossas atitudes. Onde as aulas eram uma seca e as férias eram o sinónimo das histórias. A romaria, o convívio saiam do desejo para a realidade. Que felicidade!
Hoje esses momentos são diferentes, hoje fica a lembrança dos momentos deixados num passado vivido.
Sinto a sua perda!
Com o tempo vem a perda de pessoas. Mais se vive, mais sentimos essa perda. No espaço, no tempo. Sentimos de várias maneiras por motivos diferentes.
Sentir que nunca mais irei ter o prazer da sua companhia, a beleza da sua presença.
Sentir que os momentos vividos nunca voltaram a ser vividos, é algo que me incomoda.
Não me tocar, não o ver, não o ouvir, não ir ter com a pessoa que partiu, que se foi embora.
Nunca se esquece uma perda querida.
É nestes momentos que olho para o futuro. Tenho medo.
Olho para o lado e admiro, admiro as pessoas que hoje têm filhos. Que arriscam o prazer de o ter, de o sentir.
Fui pessoa de querer ter muitos filhos, talvez número impar, mas hoje tenho medo.
Arriscar poder sentir aquele que é o pior dos piores sentimentos que um ser humano pode sentir coloca-me com o pé atrás.
Arrepia-me a lágrima de um pai ou de uma mãe, arrepia-me o seu gesto, arrepia-me o seu momento.
Vi recentemente uma cena dessas e chorei com ela.
Um desgosto para mim por o ver, maior para ela por o sentir.
Tenho medo!