terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dança com Lobos

Um filme que nos mostra a crueldade humana perante as raças alheias existentes na terra. O não entender porque não se percebe mas, apostando na vontade, começa-se a entender quando já fazemos parte. A aprendizagem, a curiosidade, o estar aberto a conhecer e a respeitar novas culturas, faz de nós melhores pessoas, faz-nos estar de bem com a vida, connosco próprios e com o próximo. 
Abrir novos horizontes sem julgarmos aquilo que não conhecemos é algo que falta ao homem de hoje. 
Este filme de quase 4h demonstra em cada minuto o significado da palavra mudança, o que ela é capaz de fazer e o quanto ela deixa o mundo melhor!
Vale a pena ver!

Hoje, apenas hoje


Hoje é daqueles dias que não sai uma frase de jeito. Escrevo, apago, volto a escrever, volto a apagar, escrevo, olho, não gosto mas fica. E é assim que hoje o trabalho está a ir. 
Para juntar a este dia pouco produtivo, a Internet não está no seu melhor, passa mais tempo à procura de rede do que propriamente tê-la no computador.
Hoje é daqueles dias que é para riscar, é daqueles dias que não se recomendam, é daqueles dias que não deveriam até de existir.
A noite por fim já chegou, agora vem a parte que demora a passar. 
Passa, passa rápido para vir o amanhã e eu voltar a estar de bem com o dia.

Não percebo e insisto em não colaborar

Há dias tive a fazer actualizações no meu computador. Talvez tenha sido a partir daí que estes malditos traços vermelhos começaram a aparecer nos meus documentos.
Não sou a favor do novo acordo ortográfico e como tal, não actualizei o microsoft office para edições mais recentes. Com este cuidado, e mantendo a edições de 2007, começa-me a aparecer uma coisa destas? Falta dizer que agora os meus trabalhos estão recheados de traços vermelhos, pois o programa pode denunciá-los mas eu não vou ceder ao seu chamamento.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Das palavras alheias faço-as minhas também

Sou completamente apaixonada pela nossa natureza, que conjuga em si um sem número de singularidades admiráveis, que vão desde a nossa capacidade de resistência, à nossa capacidade de amar, passando por muitas outras, onde me deleito, várias vezes, com tempo e paciência. Gosto também do crescimento e da aprendizagem que nos leva a ser gente, num intercâmbio dialógico e relacional, que nos transforma, a cada passo, em qualquer coisa sempre maior, sempre mais notável, sempre mais perfeita. Acumulamos cá dentro todas as conquistas, o que nos vai construir outra das minhas mais profundas idolatrações, a nossa individualidade interna. Uma das ambições que encerro, é conhecer a minha para além do limite do razoável, o que muito me ajudará nas tarefas dos dias, nos erros dos tempos, nas incertezas das coisas. Encontramos-nos envoltos a um mundo um tanto ou quanto cruel, que parece muitas das vezes querer testar as nossas forças, a nossa vontade em prosseguir, o nosso apetite interior. Poderia, ao invés disto, ceder-nos um terreno brando, mais ou menos coerente, de frestas pequenas, e sempre no mesmo sítio, para que assim nos movêssemos seguros, de crentes que estaríamos da candura dos caminhos. Mas assim não faz, que nos coloca com derradeira frequência em situações incertas, de fantasmas e terrores diversos, para além dos outros, disfarçados de bons, que nos agarram em braços, nos aninham e depois nos largam ao abandono, no sofrimento atroz que é a ausência, que sucede à pertença. Apesar de tudo, nos dias amargos sinto sempre um avanço tamanho, que me diz a mim mesma que se neles não caminhasse, se me retraísse e me acautela-se para das experiências me guardar, este eu que escondo dentro me estaria mais vedado, bem como vedada estaria, toda a minha destreza mental. Gosto dela. Tenho momentos árduos, muito secos e espinhosos, em que mudava coisas sem fim, e em que comandava a minha vida desprovida de coração, numa lógica que me salvaria de muitos dos males do mundo. Julgo até que nem sentia, levando ao extremo o apogeu da razão, prática e certa, sempre igual. Perderia porém a emoção que inunda todos estes caminhos que falo, e aos quais chamo crescer.

Tirado daqui.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Midnight in Paris



Adorei este filme. Não pela sua história, mas pela banda sonora, pela imagem e pelas paisagens que ao longo do filme se vão apresentado.
Visto, só tenho vontade de regressar a Paris para viver um pouco mais a sua história, as suas ruas e reviver as memórias deixadas pela passagem que fiz há uns largos anos atrás.
Um dia...

Frio, ainda mais frio

Por aqui o frio já aperta, a noite começa a ser maior e os pássaros começam a não dar as caras. Quando será que vem a neve?
Em relação a esta pergunta tenho duas opiniões bem distintas. Quero que ela venha para começar a sentir o espírito de Natal com direito a neve e tudo. Por outro não quero que chegue pois isso significa mais perigo ao andar de bicicleta.
Sendo assim chego à conclusão que apenas quero que a neve chegue a poucos dias do meu regresso a Portugal!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Árvore de Natal da Universidade

É esta a imagem que tenho quando entro no lugar da Universidade. Com o pano de fundo, uma linda construção, surge a grande árvore de Natal anunciando a época festiva que nos aproximamos.
As casa também elas já se encontram cheias de efeitos e as variadas instalações, bibliotecas, também ela já se encontram decoradas a rigor.
Só falta mesmo a neve. Mas para mim, ela pode esperar mais uns dias.