segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A casinha

É num sétimo esquerdo que a minha casinha se localiza. Partilho-a com mais 3 raparigas todas elas jovens trabalhadoras.  
Cozinha

Vista da cozinha

Sala

Quarto

Vista do quarto

domingo, 8 de janeiro de 2012

Um novo começo

Hoje será o início, amanhã é o começo da grande fase que durante nove meses vou viver.
Mais uma vez andei com a casa às costas. Encontrar as malas, organizá-las e começar a colocar a roupa e pertences que são mais importantes para o começo, voltar a desfazer e voltar a fazê-las, para melhor arrumação, tudo isto implicou sete malas dentro do autocarro.
Hoje já estou na nova cidade que me irá acolher durante 9 meses. Castelo Branco é uma cidade pequena onde tudo é acessível. A Câmara, onde vou estagiar fica a 10 minutos a pé da minha casa, se tanto, no caminho passo por uma série de lojas, inclusive, o Pingo Doce e o Mercado. A estação de autocarro fica a 2 minutos e já percebi que fico perto de um ginásio, embora ainda não saiba  sua localização.
Estou a 11 minutos das famosas Docas e mais uns poucos minutos da biblioteca e do teatro.
Como se vê tudo fica perto do meu novo abrigo. 


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Apenas uma operadora de telemóveis a criar os anúncios mais originais

Se não me tornasse a ovelha negra na lista de números de telemóveis dos meus amigos e familiares mudaria para a Optimus. Não só pelo tarifário mais barato, pelos telemóveis mais baratos, mas muito por causa destes anúncios maravilhosos que nos oferecem e nos fazem, por momentos, esquecer do mundo em que vivemos. 
que se note que a Optimus é a operadora com menos clientes. 









Gérard Castello-Lopes

Gérard Castello-Lopes (1925-2011) foi o lídimo representante da geração de ouro da fotografia portuguesa - a que emergiu nos anos 1950. Na companhia de Sena da Silva, Carlos Afonso Dias e de vários outros, Castello-Lopez acertou a fotografia portuguesa com o que, de melhor, se fazia lá fora. No entanto, a maior parte destas obras permaneceram desconhecidas até à sua revelação pela Galeria Ether (Lisboa), em plenos anos 1980. Ao contrário dos seus colegas, Gérard Castello-Lopes retomou gloriosamente a fotografia em 1982, e continuou a fotografar e a expor até 2008.
Nasceu em Vichy (França), em 1925, Castello-Lopes morreu em Paris a 12 de Fevereiro de 2011. Com uma vida dividida entre Portugal e França, marcou não só o cinema (como crítico, actor, assistente de realização e administrador de Filmes Castello Lopes), em Portugal. No ano da sua morte, o BES Arte & Finança, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, homenageia esta grande figura da cultura portuguesa com uma grande exposição retrospectiva - a maior que alguma vez lhe foi dedicada.
Concebida e organizada por Jorge Calado, "Aparição - A Fotografia de Gérard Castello Lopes 1956-2006" inaugurada no BES Arte & Finança (...) serão exibidas 153 fotos do artista, algumas em provas de vários formatos ( de 4 cm a 2 metros), ilustrando as suas concepções sobre escala.

Em Lisboa, mostra pode ser visitada gratuitamente no espaço BES Arte & Finança, na Praça Marquês de Pombal, nº3, todos os dias úteis, das 9h às 21h.


Fotografias que elevam a nossa imaginação e nos fazem pensar na história que têm por de trás de toda aquela imagem, daquele olhar. 
O tentar achar o porquê daquele flash e da importância que essa fotografia teve para o próprio fotografo. Nota-se na foto que nos dá a conhecer a pedra, essa captação foi para o autor uma raridade. Nessa captação podemos encontrar a essência da metafísica, se é que assim se pode chamar. Nesta imagem podemos ter a percepção da grandiosidade da pedra como o seu vazio, que ela de facto o é. Das muitas fotografias que tirou àquela pedra, é a foto que está exposta que demonstra essa contrariedade, essa dicotomia.
Houve outras fotografias que me chamaram à atenção mas como infelizmente não levei máquina fotográfica apenas ficaram na minha memória.  
Escala, profundidade, tanto da imagem como da orientação que a esta oferece aos nossos sentidos e que por vezes nos fazem sair de onde estamos para chegar à realidade daquele rosto, daquela imagem, daquela realidade.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Os novos temas de Filipe Pinto


Começa a lançar os temas da sua autoria, Filipe Pinto tem-me conquistado. 
Pela entrevista nota-se um rapaz com bastante cautela, mede cada passo e cada palavra. Estou curiosa para ver o resultado da sua temporada em Londres bem como as suas primeiras experiências musicais traduzidas num CD. 
Provavelmente será uma aquisição para o ano de 2012. 
Segundo o Carlos Nobre, Pacman, os músicos portugueses não conseguem viver somente dos CD's que produzem. Este artista para conseguirem ter o seu próprio dinheiro têm que ir para além disso. No caso  do artista Pacman, os Da Weasel nos últimos anos já conseguiam viver dos seus concertos, mas até lá os artigos publicados, as letras que o Pacman fazia, serviam também para a ajuda da sua liberdade financeira. Ouvindo estas palavras, penso que um modo de incentivar estes cantores novos a apostarem fortemente em cantarem em português e sentirem-se recompensados por isso é mesmo comprando os seus trabalhos. Como tal, e seguindo-me pelas palavras de Carlos Nobre, o CD de Filipe Pinto estará nas minhas aquisições deste ano.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Lisboa

Entre 2011 e 2012

2011 foi um ano com um começo difícil. 2011 foi importante para voltar ao de cima e dar continuidade à vida. Foi também um ano de aventuras, começando por me meter num viagem para um país desconhecido durante três semanas onde apenas ia eu. Com isso as férias ficaram reduzidas a 10 dias pois a grande aventura já tinha data marcada, a ida para a Suécia. 
Entre os momentos de não fazer nada e aqueles em que havia muito para fazer, o tempo foi prosseguindo sem grandes alarmes, com tranquilidade. No regresso, tinha o grande aniversário. Um dos anos mais importantes da minha mãe, os seus 50 anos! Uma enorme festa foi feita ao qual esperou-se alguns convidados mesmo sendo véspera do dia de Natal.

A passagem do ano foi feita em Lisboa. Uma forma de conhecer um pouco mais a cidade que me vir nascer. Lisboa é daquelas cidades que aos poucos tem-me surpreendido de forma positiva no decorrer da minha vida. Inicialmente quase que fugia dela, evitando o seu contacto. Ia porque era neste local que havia os concertos, os espectáculos e os melhores e mais bonitos restaurantes. Hoje gosto de lá ir e gosto de permanecer. Começo-a melhor, aprecio a sua evolução, o seu crescer e a constante tentativa de não se sentir só. Hoje gosto de Lisboa, tanto de dia como de noite. Apesar desta mudança de ideias, há assuntos que permanecem e permanecerão dentro de mim: Lisboa, para mim, não é a cidade que queira viver e construir o meu futuro.

2012 irá ser o resultado do tempo que andei a estudar. 2012 irá ser o ano onde irei terminar o meu curso fazendo o estágio na cidade onde sempre desejei fazê-lo, Castelo Branco.
Irá começar por mais uma mudança, voltarei a fazer as malas em rumo a um novo desafio, um novo trabalho, ao início da minha vida no contacto com o mundo do trabalho.