segunda-feira, 30 de maio de 2011

Uma ideia da vida

O tempo passa e muita coisa muda.
Muda o nosso olhar,
muda o nosso sentimento,
muda a nossa perspectiva.

Fortificamos laços,
Damos lugar a outros,
Crescemos!

São estas mudanças de nós para o mundo e do mundo para nós que vivemos.
É nas mudanças da vida que aprendemos, caímos, mas fica sempre guardado dentro de nós a essência de cada momento.
É cruel quando não conseguimos aceitar essa mudança,
é egoísta quando não deixamos aqueles que nos rodeiam ser livres nas suas acções,
é triste não saber crescer!

Finalmente a nossa barraca


Pela primeira vez, o curso de Arquitectura Paisagista tem uma barraca na Queima.
No meu primeiro ano, toda a minha atenção ia para a barraca de Zootecnia. No meu último ano, a minha base é a barraca do meu curso.
É ali que eu encontro sempre alguém conhecido, é ali que quero gastar o meu dinheiro em bebidas e é ali que me sinto em casa.
Para não variar, a originalidade e a simpatia deste spot é o que reina.

Cortejo académico 2011



Este ano o cortejo foi grande. Estava frio, estava chuva, mas não serviu de pretexto para não deixar de ir a este lindo momento da Queima.
Muita gente, muita música, muita alegria, foi aquilo que vi na tarde de ontem.
Como sou friorenta, optei por ficar resguardada no carro, tendo sido, numa parte do troço, a motorista.
Sentia-me com se fosse uma condutora de uma grande carrinha pois o volante era enorme e ausentava de direcção assistida.

sábado, 28 de maio de 2011

Na Mitra


Ontem a aula foi passada na Mitra. Um lugar histórico e cheio de vegetação.
Fauna e flora ali vivem em harmonia que só elas encontram. 
Um espaço lindo, onde se sente os pequenos recantos que outrora se fizeram para que as pessoas que aqui viviam passem o seu tempo ao ar livre, debaixo de uma árvore, ao som do sistema de águas e na companhia de todas as espécies que aqui viviam.
Gostei de saber que nada aqui foi feito por acaso, que havia grande simbolismo em todo este espaço e que as estratégias para que isto fosse vivido eram resolvidas de forma eficaz e inteligente. Aqui podemos ver alguns momentos nomeadamente, uma capela que em tempos fora cercada por água, bancos em tudo o que e sombra, vários espaços para estar, no lado poente, e em cima do sistema hidráulico, onde aqui podemos presenciar, quer o som da água, quer a sua presença através de um tanque neste lugar construído.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A violência entre os jovens e eu

Para além da política que aparece e ocupa a maioria do tempo nos telejornais, é o polémico filme da violência entre os jovens.
Um filme arrepiante, maldoso, triste e preocupante que nos mostra a crueldade e a frieza que os jovens de hoje lidam uns com os outros. As tecnologias, a liberdade, a modernidade aumenta mas o sentimento, a confiança, a amizade e o saber viver em sociedade vais-se perdendo.
Sair, viver no nosso quotidiano, haver o lado descontraído da vida, começa a ser um desafio e uma aventura que era completamente desnecessária uma vez que não temos que ter medo de membros da nossa própria espécie.
No Sábado passado acordei com o excesso do barulho da noite, ouvi os sons da agressão, dos insultos, do ódio entre pessoas que muito provavelmente conheceram-se naquela própria noite e que por excessos de tudo, álcool, atitudes, cometem aqueles actos bárbaros. Mas, quem são eles para bater, ofender, agredir e maltratar outro ser igual a ele? Quem? Quem são eles para fazer um juízo de valor e achar que têm razão e por isso andarem aí aos murros e pontapés? Quem?
Como disse em cima, este assunto, devido ao vídeo colocado na Internet, anda a causar grandes preocupações e dúvidas em relação ao rumo a tomar e àquele que a própria sociedade anda a criar.
Não sou mãe mas gostava de ser um dia, mas ouvindo e vendo toda esta agressão, coloca-me numa situação muito duvidosa em relação a esse assunto. Que tranquilidade irei ter quando a minha cria for para a escola sozinha? Que noites bem dormidas irei ter quando ela for sair à noite com as amigas ou amigos? Que descanso irei ter quando ela tomar o seu rumo?
Tenho medo, tenho medo de não conseguir com que ela se consiga adaptar e não ficar indiferente a esta sociedade cruel e ausente de respeito pelo próximo.
Penso seriamente em ir para o meio do mato, ou ir par locais mais pacatos, longe da mesquinhes, da falta de racionalidade, da ausência de sentimentos que a sociedade de hoje está a promover.

domingo, 22 de maio de 2011

Finalmente a entrevista



Bom, não podia de deixar de partilhar esta entervista.
Depois de a ter elogiado à grande, aqui a têm para saborear as palavras bonitas e realistas do Nuno Duarte.

A noite anterior

Hoje a noite passou devagar demais.
Voltas e mais voltas na cama como se cada intervalo entre cada uma volta fosse uma eternidade.
Acordei com a música aos altos berros do bar vizinho. Sinceramente não sei o que se estava a passar naquele espaço mas o que resultou dele não foi muito agradável.
Depois da música baixar, acordei novamente com berros, com o barulho da multidão que, sem se conhecerem gritavam uns com os outros, chamavam-se nomes, odiavam-se e andavam à tareia uns com os outros. São nesses momentos que dentro de mim invade o medo das noitadas de curtição e das outras pessoas embriagadas.
Ainda bem que estava em casa, fechada entre quatro paredes. Apesar disso os gritos desesperantes e o barulho arrepiantes de toda aquela cena eram assustadores.
Normalmente quando há um excesso de volume da música do bar alheio, acontece sempre estes finais de noite trágicos, lamentáveis de pessoas que não sabem conviver com pessoas igualmente embriagadas.