quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Internet voltou a reinar aqui em casa

Depois de longas conversas entre uma rapariga da casa, Ave, com o seu namorado através da Internet por cabo, conseguimos voltar a ter Internet sem fios. Não sei como se entenderam, aliás, como ele entendeu o problema daqui visto que ninguém da casa sabia, nem sabe, qual o verdadeiro problema da Internet. O que é certo é que neste momento eu voltei a ter Internet no meu quarto e estou bastante contente.

PARABÉNS AFILHADA

Provavelmente será esta a imagem que hoje recordarei dos teus anos, tu, feliz e a comemorar o teu aniversário.
Hoje não estamos juntas, não estamos todos juntos fisicamente. Mas hoje, especialmente hoje, estamos contigo em pensamento, a recordar-te mentalmente, e a celebrar "contigo" o teu dia.
Hoje as nossas vidas não estão juntas como aconteceu neste dia, mas a vida é mesmo assim, parece que para ter umas coisas boas temos que sacrificar outras. Hoje não tou ao teu lado mas haverá outros dias em que isso irá acontecer, e aí irei dar-te muitos beijinhos e dizer que "GOSTO MUITO DE TI".
Espero que tenhas um bom dia, que te divirtas e que os alemães te cantei a sua música dos parabéns. (=
Beijos do tamanho do mundo.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

E a alegria de ter Internet foi embora da noite para o dia

Por tempo indeterminado a alegria de ter Internet no quarto estará suspensa. Não sei o que fiz, não sei o que aconteceu, a única coisa que tenho a certeza é que deixei de ter Internet sem fio.
Neste momento encontro-me entre a sala e a cozinha, sentada numa cadeira no meio do nada e com o computador nas pernas, pois só nesse sitio consigo pôr o cabo do modem no meu computador.
Se alguém entender alguma coisa disto de Internet é favor comunicar.
A minha pessoa ficaria novamente contente e muito grata pela ajuda.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Último trabalho realizado na Suécia


"A vinha e a paisagem dos muros negros - Caso da Ilha do Pico, Açores."

Será este o tema do meu último trabalho a realizar na Suécia.
Uma descoberta daquilo que Portugal tem. Uma paisagem protegida e motivo de orgulho por quem aqui vive.
Como em muitos casos portugueses, o cultivo da vinha já teve o seu momento de grande esplendor, onde possibilitou a exportação do seu produto para os mais variados cantos do mundo mas que hoje em dia não passa das pequenas centenas de pipas por ano, o que faz com que esse comércio seja muito limitado.
Apesar disso, muito esforços têm sido feitos para que esta cultura não se perca, já que esquecida esta nunca será.
Uma paisagem classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade em Julho de 2004 faz com que haja maior número de olhos curiosos por conhecer o esforço humano e a harmonia que aqui existe entre o trabalho do homem e as condições naturais.
Eu faço parte desses olhos curiosos que um dia querem ir visitar esta maravilhada. Estou a adorar dar forma a este trabalho mas ao mesmo tempo que cresce em mim a vontade de a ir visitar, conhecer de perto o povo que dá vida e continuidade a esta cultura, tangível e intangível, não deixando que esta se perca no tempo.


A noite passada

Caminhando estrada fora, era evidente os vestigios da noite passada. Ramos de grandes dimensões mostravam o seu verdadeiro tamanho estando estendidos na horizontal, os ramos pequeninos encontravam-se por todo o lado, e em alguns caminhos o caos era evidente.
Ontem foi noite de muita ventania e hoje foi reflexo dessa madrugada violenta.
Os estrondos das roseiras a baterem e a rasparem nos vidros, foi algo que também não faltou na minha noite.
Foi tão estranha a noite que hoje foi comentada pelas professoras na aula!

domingo, 27 de novembro de 2011

Fado já é Património imaterial da Humanidade


Pessoa de sorte


Considero-me uma pessoa de sorte, não só pela vida que tenho, mas também por aquilo que vivi, aquilo que fez e faz de mim a pessoa que sou. Nunca senti necessidade de pensar "ai se houvesse uma feira das mãe..." pois mesmo que tivesse que escolher uma mãe para mim nunca teria feito melhor escolha do que a pessoa que me gerou. Pessoa que me acompanhou e acompanha nos mais variados momentos, sejam eles tristes ou alegres, que me compreende e onde sei e sinto que ela é o meu mais poderoso abrigo. Tenho amigos, bons amigos que preenchem outra parte do meu ser e esteja onde estiver a voz deles e as suas palavras é algo que não me falta, e vá por onde vá, haverá sempre alguém à minha espera, nem que seja no meu retorno.

Mas para além disso, hoje, especialmente hoje, sinto-me uma pessoa de sorte.
Na Suécia estou numa casa onde a sua estrutura é por si estranha. Temos uma sala, uma cozinha, e ao longo dos dois corredores que partem destas divisões comuns há portas, e dentro de cada porta existem dois quartos e uma casa de banho. Um dos quartos não tem porta, apenas uma cortina. São quartos que a privacidade é algo que é muito reduzida. Durante a estadia que tive aqui nunca tive ninguém no outro quarto, ou seja, tenho dois quartos e uma casa de banho só para mim. Para além disso, e como disse no outro dia, a Internet chegou aqui em casa. Não sei o motivo mas apenas metade das pessoas que aqui vivem têm acesso a essa Internet, e eu sou uma dessas felizardas.

Perante as oportunidades que tenho aproveitado, perante as pessoas que vão passando e ficando na vida, perante estes pequenos acontecimentos que me vão surgindo, posso dizer que sou uma pessoa com imensa sorte!