terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Para ti!

"Hoy yo te encontré en una casa vieja
Tu ya te marchabas a otro lugar
No llevabas nada más que el mundo entero
Y todos los otros que vas a encontrar

Es como una história que viaja en ti
Es como un camino que se pierde
A veces despertar en una casa
Sin conocer
Ni sombras ni paredes

Y empezar de nuevo otro camino
Con eso que nadie nos puede robar
Eso que renace en el destino
Y que casi nunca sabemos nombrar

Es como una historia que viaja en ti
Los sueños que llenan cada hueco
Querer despertar en una casa
Donde se conocen todos los secretos

Hoy yo te encontré al final del dia
Respirando cielo y horizonte
Esperabas ver la primera estrella
Para decidir cual es su nombre

Y seguir la historia que viaja en ti
Los sueños que te guían cada paso
A veces despertar en una casa
Es como despertar en un abrazo"

Lembras-te?
Recordas esta música da mesma forma que eu?
Lembro-me como se fosse hoje...

Não me vou afastar
Gostava que caminhasses comigo
Longe, perto
Gostava de sentir sempre o teu cheiro.

Saber sempre de ti
Ver o teu sorriso cada vez que estou perto
Escrever-te cada vez que estou longe
Viver-te

Voltar a ter aqueles momentos
Sem ninguém
Só eu, tu, o copo, o cigarro, a música.
Aceitas?

(Música de Mafalda Veiga)

2 comentários:

Sandrine disse...

Como se houvesse sequer outra opção!
Claro que aceito!
Claro que lembro!
Claro que lembro!
Claro que sinto!

Pode haver mágoa, pode haver dor, mas como poderia não haver numa amizade? Será mesmo possível amar sem sofrer? Compreender sem discordar? Sentir perto sem sentir o afastamento?

Claro que aceito e claro que anseio por mais um dia desses, nosso e que fica guardado para sempre!

Beijo doce
desta sempre tua
sandra

PP disse...

Concordo Sdrine numa amizade tão, forte como a vossa dificilmente se degrada, qual é o jardim que não tem ortigas? algo está mal quando alguém diz sempre que está tudo bem, mal daquele que se intromete num relacionamento assim...sobra sempre para terceiros.
Eu tenho um irmão, que me foi escolhido por opção e volta não volta tungas andamos á cabeçada é assim.
Mas somos cada vez mais unidos apesar de ausentes.